quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Mario Machado em entrevista ao Sol











Mais uma vez Mário Machado mostrou que ninguém o verga nem mesmo perante a injustiça na qual está sujeito.
"São longos meses de vida roubados pela perseguição maçónica e marxista que jamais dinheiro algum lhe poderão devolver."
LIBERDADE PARA MÁRIO MACHADO !!







LIBERDADE !

PORTUGUESES NA DIVISÃO AZUL


Traduzido por PTNS da versão espanhola em 250º Spanische

Os Viriatos Portugueses da Divisão Azul


Cada dia que passa acreditamos que tudo isto já foi falado, tratado ou visto e que não há nada por descobrir. Tal não corresponde à realidade, em especial as questões históricas, uma vez que o tempo apaga tudo, algumas vezes com a ajuda do homem, por vezes intencionalmente por acreditar que um acontecimento não tem alguma importância, outras vezes por pura negligência. Escreveu-se, ou tentou-se, sobre o tema da Divisão Azul em mais de 300 Livros, muitos deles publicados no estrangeiro, centenas de artigos à memória de ex-divisionários, portanto através destes depoimentos todos, em nenhum é mencionada a participação de portugueses voluntários na Divisão Azul. Pelas contribuições encontradas, eram antigos combatentes, voluntários, da Espanha nacional que participaram na cruzada de 1936-1939, eram combatentes activos anti-bolcheviques que não quiseram perder a retribuição da visita feita a Espanha pela Rússia Soviética, querendo assim acompanhar os seus camaradas espanhóis na luta contra um inimigo comum.
Em ambos os casos provinham da Legião estrangeira Espanhola, a contribuição que nos deu a conhecer estes factos, sob o ponto de vista, ainda fresco, deve-se a declarações proferidas numa entrevista, executadas no mesmo ano, 1942, a João Rodrigues Júnior, um voluntário Português. Esta entrevista foi executado pela revista Portuguesa AESFERA, a 23 de Agosto de 1942 (esta revista, apesar de Portugal ser um país de influencia anglofila, a citada publicação tinha um carácter totalmente pró Nacional-Socialista, editada periodicamente, com reportagens muito boas, sobre a Guerra mundial e com secções, muito culturais, sobre os diferentes países do Eixo, entre eles a Espanha. O seu ultimo número, dava os pesamos, ao povo alemão pela morte do Fuhrer, Adolf Hitler, e encerrou a 8 de Maio de 1945, após o comité Aliado proceder ao apreendimento de bens de pessoas e empresas ligadas ao Eixo), na entrevista citada, que se transcreve a seguir, cita a existência de outros voluntários Portugueses que caíram nas garras Russas.

REGRESSO DA FRENTE DE LENINGRADO

Um legionário Português do Terceiro Reich que esteve na Divisão Azul:

Este rapaz, moreno e frágil, de 26 anos, que temos aqui connosco, tem muito que nos dizer.

Chama-se João Rodrigues Júnior e nasceu em Mafra. É pintor da construção civil, depois de ter cumprido o serviço militar, partiu para Espanha, onde havia começado a guerra Civil, e se ofereceu, para a Legião Estrangeira, no ano de 1936. Depois de se ter alistado, partiu para Melillla, para receber instrução de Legionário e foi incorporado, combateu na terrível luta de Teruel, com temperaturas muito abaixo de zero, e também na batalha do Ebro e Catalunha. Foi ferido várias vezes e uma delas deixou-o cego durante algum tempo.

O seu contrato com a Legião foi por cinco anos e estava a terminar. Podia renova-lo ou sair, mas…

- Foi então que começou a guerra contra Rússia. E eu, devido aos anos de guerra na Espanha, sabia o que eram os bolcheviques e os seus ideais sobre a pátria, e decidi continuar a minha vida de legionário, lutando contra eles. Quando em Espanha abriram as inscrições para a campanha na Rússia, ofereci-me.

Na Divisão Azul havia mais legionários Portugueses?


- Sim, uns quinze. Julgo que fui o único que sobreviveu.

Na divisão houve muitas baixas?

- Umas sei mil, mas a verdade é que a maioria foi devido ao frio. Imagine o que é lutar com 35,5 graus abaixo de zero!

João Rodrigues, explique-nos a sua vida em Berlim. Vê-se que pertenceu à divisão Espanhola, que na cruzada contra a Rússia comunista tinha o número 250, e também teve, ferido, num hospital de campanha, Alemão.

- Quando a Divisão Azul atravessava a França, o comboio foi atacado por muitos aviões ingleses que não nos acertaram. E quando passamos na parte Francesa não ocupada, um grande grupo, incluindo algumas mulheres, insultou-nos e tentou roubar o comboio. Depois de chegarmos à Alemanha, fomos para a frente de Leninegrado, onde estivemos quase um ano sob o comando de um grande militar: o Major Ramirez de Cartagena. Combatíamos sem parar e com alguma violência. Mas o nosso pior inimigo era o frio - tanto era que algumas vezes tínhamos que lutar só com uma camisa, debaixo de temperaturas inimagináveis, os casacos que nos haviam dado pareciam pedras.

O que pensa da organização da campanha na Rússia, no que toca a cuidados com os combatentes?

- Sobre isso, como em tudo o resto, eu que estive na guerra de Espanha posso dizer que era fantástica. Os alemães organizavam tudo de forma admirável, comida, munições, transportes, assistência a feridos, etc.

E os Russos?


- Os seus ataques eram constantes e muito violentos. Mas "aquilo" é totalmente diferente do que se passa no nosso lado. Atacam sempre muitos, muitas vezes com mulheres, velhos e crianças muito pequenas, e também morreram muitos, porque não utilizavam a nossa táctica de caminhar com alguma distância uns dos outros, em grupos pequenos. Aqueles que nós vimos, não eram bons militares, pois não tinham preparação nem organização militar. Posso dizer que independentemente de muitos que passaram para o nosso lado, muitas divisões Russas foram feitas prisioneiras por grupos nossos muito mais pequenos, como aconteceu no sector do rio Volchov, onde a desproporção entre vencedores e vencidos foi impressionante.

E que ideia lhe deixaram os russos?

- Horrível. Roupas más, fome, sujos. As mulheres, na sua maioria eram miseráveis. Sem qualquer charme, sem sapatos, muitas usavam "serapilheira" atada aos pés!...

Bom exemplo dos resultados de um estado comunista!


- É verdade. O que era bom seria que fossem lá comprová-lo, os que querem saber o que é o comunismo.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Rua traidores !!



É com tristeza que actualmente o grupo de jovens Caldenses olha para o passado...
A juventude que luta por um ideal das Caldas começou com força em tempos...
Sempre mantivemos o lema "poucos mas bons", durante uma luta da qual em momentos mais complicados o espirito de camaradagem desapareceu e até o ideal se perdeu ou esqueceu ou a nosso ver, talvez nunca tenha existido o ideal.
A mais vos digo, quem não tem cu não se mete a paneleiro!!
É com uma certa tristeza que olhamos para "ex-camaradas" no qual depositou-se em tempos a total confiança e a total irmandade mas que agora deram em CHIBOS !! estamos fartos de ameaças sem qualquer fundamento ou jeito, se querem PAZ PREPAREM-SE PARA A GUERRA! De forma alguma nos sentimos intimidados com o que se vai passando á nossa volta. a mais não queremos conflitos porque darvos tempo, atenção ou umas boas palmadas seria definitivamente uma grande perda de tempo!
Ouve em tempos alguem que nos disse "quem morre por um ideal, morre dee pé" pois bem, então onde está o fundamento de abandonar camaradas e expor camaradas mesmo ao ponto de "criar" grupos com o objectivo de "acabar" com o que um dia chamou-se de "irmãos",
Desdee já vos dizemos que não temos medo de nada, connosco quem quiser contra nós quem puder!
Nós não consideramos de forma alguma nem a nivel de amizade nem de relacionamento traidores que um dia lutaram ao nosso lado mas simplesmente pela moda porque o que temos visto não nos agrada... Desde a ter saída para a droga, como idas a festas do Avante como difamar o que somos hoje.
Pessoas assim dispensamos!!
Somos um grupo que defende um ideal e que luta por uma causa, temos mais que nos preocupar com BUFOS ou com vira-casacas. Se somos o que somos se fazemos o que fazemos é graças aos que ficam! até porque tudo o que saiu na verdade não interessa nem ao menino Jesus, se querem um rótulo como "nacionalista" ou até "skinhead" esqueçam!! o unico rotulo que vos aplicamos é somente "Medrosos Traidores!"
Nunca nos vergarão!
Sempre unidos e fortes e assim continuaremos!
RUA TRAIDORES.
Caldas e Portugal: ACIMA DE TI NUNCA!! ABAIXO DE TI NUNCA!! AO TEU LADO SEMPRE!!!!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

LIBERDADE !!



Força Zé Antonio !!

domingo, 4 de novembro de 2007

A List of Jewish People That Help Control the World



MORTIMER ZUCKERMAN, owner of NY Daily News, US News & World Report and
chair of the Conference of Presidents of Major Jewish American
Organizations, one of the largest pro-Israel lobbying groups.


LESLIE MOONVES, president of CBS television, great-nephew of David
Ben-Gurion, and co-chair with Norman Ornstein of the Advisory
Committee on Public Interest Obligation of Digital TV Producers,
appointed by Clinton.


JONATHAN MILLER, chair and CEO of AOL division of AOL-Time-Warner


NEIL SHAPIRO, president of NBC News


JEFF GASPIN, Executive Vice-President, Programming, NBC


DAVID WESTIN, president of ABC News


SUMNER REDSTONE, CEO of Viacom, "world's biggest media giant"
(Economist, 11/23/2) owns Viacom cable, CBS and MTVs all over the
world, Blockbuster video rentals and Black Entertainment TV.


MICHAEL EISNER, major owner of Walt Disney, Capitol Cities, ABC.


RUPERT MURDOCH, Owner Fox TV, New York Post, London Times, News of the
World (Jewish mother)


MEL KARMAZIN, president of CBS


DON HEWITT, Exec. Director, 60 Minutes, CBS


JEFF FAGER, Exec. Director, 60 Minutes II. CBS


DAVID POLTRACK, Executive Vice-President, Research and Planning, CBS


SANDY KRUSHOW, Chair, Fox Entertainment


LLOYD BRAUN, Chair, ABC Entertainment


BARRY MEYER, chair, Warner Bros.


SHERRY LANSING. President of Paramount Communications and Chairman of
Paramount Pictures' Motion Picture Group.


HARVEY WEINSTEIN, CEO. Miramax Films.


BRAD SIEGEL., President, Turner Entertainment.


PETER CHERNIN, second in-command at Rupert Murdoch's News. Corp.,
owner of Fox TV


MARTY PERETZ, owner and publisher of the New Republic, which openly
identifies itself as pro-Israel. Al Gore credits Marty with being his
"mentor."


ARTHUR O. SULZBERGER, JR., publisher of the NY Times, the Boston Globe
and other publications.


WILLIAM SAFIRE, syndicated columnist for the NYT.


TOM FRIEDMAN, syndicated columnist for the NYT.


CHARLES KRAUTHAMMER, syndicated columnist for the Washington Post.
Honored by Honest Reporting.com, website monitoring "anti-Israel
media."


RICHARD COHEN, syndicated columnist for the Washington Post


JEFF JACOBY, syndicated columnist for the Boston Globe


NORMAN ORNSTEIN, American Enterprise Inst., regular columnist for USA
Today, news analyst for CBS, and co-chair with Leslie Moonves of the
Advisory Committee on Public Interest Obligation of Digital TV
Producers, appointed by Clinton.


ARIE FLEISCHER, Dubya's press secretary.


STEPHEN EMERSON, every media outlet's first choice as an expert on
domestic terrorism.


DAVID SCHNEIDERMAN, owner of the Village Voice and the New Times
network of "alternative weeklies."


DENNIS LEIBOWITZ, head of Act II Partners, a media hedge fund


KENNETH POLLACK, for CIA analysts, director of Saban Center for Middle
East Policy, writes op-eds in NY Times, New Yorker


BARRY DILLER, chair of USA Interactive, former owner of Universal
Entertainment


KENNETH ROTH, Executive Director of Human Rights Watch


RICHARD LEIBNER, runs the N.S. Bienstock talent agency, which
represents 600 news personalities such as Dan Rather, Dianne Sawyer
and Bill O'Reilly.


TERRY SEMEL, CEO, Yahoo, former chair, Warner Bros.


MARK GOLIN, VP and Creative Director, AOL


WARREN LIEBERFORD, Pres., Warner Bros. Home Video Div. of AOL-
TimeWarner JEFFREY ZUCKER, President of NBC Entertainment


JACK MYERS, NBC, chief.NYT 5.14.2


SANDY GRUSHOW, chair of Fox Entertainment


GAIL BERMAN, president of Fox Entertainment


STEPHEN SPIELBERG, co-owner of Dreamworks


JEFFREY KATZENBERG, co-owner of Dreamworks


DAVID GEFFEN, co-owner of Dreamworks


LLYOD BRAUN, chair of ABC Entertainment


JORDAN LEVIN, president of Warner Bros. Entertainment


MAX MUTCHNICK, co-executive producer of NBC's "Good Morning Miami"


DAVID KOHAN, co-executive producer of NBC's "Good Morning Miami"


HOWARD STRINGER, chief of Sony Corp. of America


AMY PASCAL, chair of Columbia Pictures


JOEL KLEIN, chair and CEO of Bertelsmann's American operations


ROBERT SILLERMAN, founder of Clear Channel Communications


BRIAN GRADEN, president of MTV entertainment


IVAN SEIDENBERG, CEO of Verizon Communications


WOLF BLITZER, host of CNN's Late Edition


LARRY KING, host of Larry King Live


TED KOPPEL, host of ABC's Nightline


ANDREA KOPPEL, CNN Reporter


PAULA ZAHN, CNN Host


MIKE WALLACE, Host of CBS, 60 Minutes


BARBARA WALTERS, Host, ABC's 20-20


MICHAEL LEDEEN, editor of National Review


BRUCE NUSSBAUM, editorial page editor, Business Week


DONALD GRAHAM, Chair and CEO of Newsweek and Washington Post, son of


CATHERINE GRAHAM MEYER, former owner of the Washington Post


HOWARD FINEMAN, Chief Political Columnist, Newsweek


WILLIAM KRISTOL, Editor, Weekly Standard, Exec. Director Project for a
New American Century (PNAC)


RON ROSENTHAL, Managing Editor, San Francisco Chronicle


PHIL BRONSTEIN, Executive Editor, San Francisco Chronicle,


RON OWENS, Talk Show Host, KGO (ABC-Capitol Cities, San Francisco)


JOHN ROTHMAN, Talk Show Host, KGO (ABC-Capitol Cities, San Francisco)


MICHAEL SAVAGE, Talk Show Host, KFSO (ABC-Capitol Cities, San
Francisco) Syndicated in 100 markets


MICHAEL MEDVED, Talk Show Host, on 124 AM stations


DENNIS PRAGER, Talk Show Host, nationally syndicated from LA. Has
Israeli flag on his home page.


BEN WATTENBERG, Moderator, PBS Think Tank.


ANDREW LACK, president of NBC


DANIEL MENAKER, Executive Director, Harper Collins


DAVID REZNIK, Editor, The New Yorker


NICHOLAS LEHMANN, writer, the New York


HENRICK HERTZBERG, Talk of the Town editor, The New Yorker


SAMUEL NEWHOUSE JR, and DONALD NEWHOUSE own Newhouse Publications,
includes 26 newspapers in 22 cities; the Conde Nast magazine group,
includes The New Yorker; Parade, the Sunday newspaper supplement;
American City Business Journals, business newspapers published in more
than 30 major cities in America; and interests in cable television
programming and cable systems serving 1 million homes.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

E se Hitler tivesse ganhado a guerra?

Isso foi possível durante bastante tempo. Em Novembro de 1941 Hitler esteve bem perto de tomar Moscovo... Moscovo só esperava o aparecimento dos panzers do Reich na praça do Kremlin para se revoltar. Estaline teria saltado. Teria sido o seu fim.
Quais teriam sido as reacções do mundo?

A Inglaterra de finais de 1941 podia alijar a carga de um momento para o outro. Bastaria que Churchill, tocado por um ataque de apoplexia, desse um trambolhão numa tarde de whisky dema-siado abundante. Mesmo vivo, só dependia do estado de ânimo do seu público.

No fundo, a que conduzia esta guerra? Na rea-lidade, a que conduziu? A Inglaterra terminoua arruinada, privada da totalidade do seu Império e relegada, no âmbito mundial, à categoria de nação de segunda ordem, depois dos seus 5 anos de streaptease político.

Também não se teria ouvido mais falar de De Gaulle, convertido em pacato professor no Quebec.
Uma vez a URSS nas mãos de Hitler no outono de 1941, a resistência inglesa teria terminado, com Churchill ou sem Churchill.

No que respeita aos americanos, ainda não tinham entrado na guerra, naquela altura. O Japão já se preparava para o assalto. Os Estados Unidos, ocupados na Ásia durante muito tempo, não poderiam abrir outra frente na Europa naquelas circunstâncias. O conflito militar Estados Unidos-Hitler não teria tido lugar, a despeito dos rancores belicistas do velho Roosevelt, já esverdeado e cadavérico, enfiado na sua capa de cocheiro, e apesar da sua mulher Eleonor, de dentes arreganhados em ardor guerreiro... dentes que pareciam a pá de uma escavadora.

Admitamos, pois, que, ao terminar o outono de 1941, Hitler se tinha instalado no Kremlin, da mesma maneira que se instalara em Viena em 1938, em Praga em Abril de 1939 e na carruagem do armistício de Compiègne em Julho de 1940.

O QUE TERIA ACONTECIDO À EUROPA ?????

Hitler teria unificado a Europa pela força, sem dúvida nenhuma. É lamentável, dir-se-á. Pois é, mas a verdade é que as coisas acontecem sempre assim. Os Capeto não forjaram o reino da França com eleições e sufrágio universal, e todo o território francês se consolidou com tiros de arcabuz e de besta. Napoleão traçou com baionetas cada uma das fronteiras do seu Império. A Espanha não convidou os mouros a espanholizaremse ao ritmo das castanholas. Combateu-os tenazmente durante os 8 séculos que durou a Reconquista. No século passado Bismarck fir-mou com canhões a unidade alemã, em Sadowa e em Sedan. Garibaldi não uniu as terras ita-lianas com o rosário na mão, mas tomando de assalto a Roma pontifical. Os Estados Unidos da América só foram Unidos depois do extermínio dos seus antigos proprietários e moradores, os pelesvermelhas, e só depois de 4 anos de matanças muito pouco democráticas, ao longo de toda a guerra da Secessão.

Os grandes impérios, os grandes Estados, for-jaram-se todos pela força! É lamentável? Talvez, mas é uma realidade incontestável!

Hitler, acampando numa Europa pouco dócil, não teria feito nem mais nem menos que César quando conquistou as Gálias, que Luís XIV ao apoderar-se do Rossilhão, que os ingleses ao tomar a Irlanda, acossando e perseguindo os seus habitantes, que os americanos ao dispararem os canhões dos seus cruzadores contra as Filipinas, Porto Rico, Cuba, Panamá, ou transferindo com tiros de mísseis as suas fronteiras militares até ao paralelo 37, sobre o Vietnam.

A democracia, isto é, o consentimento eleitoral dos povos, só vem depois, quando tudo já está terminado! As massas não observam o universo senão através das janelinhas das suas preocupações pessoais. Nunca um bretão, um flamengo, um catalão do Rossilhão, teria actuado por iniciativa própria para se integrar numa unidade francesa.

São as elites que fazem o mundo. E são os fortes, não os débeis, que empurram os demais para diante.

Em 1941 ou 1942, mesmo que a vitória de Hitler na Europa fosse total, irreversível, mesmo que a Alemanha fosse «dona da Europa» por 1.000 anos, os descontentes teriam proliferado aos milhões. Cada um deles ter-se-ia agarrado aos seus costumes, à sua pátria minúscula, superior, por certo, a todas as outras. Todos se aferram às suas povoações, às suas províncias, aos seus reinos e às suas repúblicas!...

Mas este complexo europeu da pequenez podia evoluir, aliás estava a ponto de mudar, e era cada vez mais realizável. No decurso da História há numerosas provas da possibilidade de unir os europeus, por muito diferentes que sejam. Os 100.000 protestantes franceses que se viram obrigados a abandonar o seu país depois da revogação do Édito de Nantes no século XVII, acomodaramse maravilhosamente aos prussianos que os receberam. Centenas de milhares de colonos alemães espalharamse durante séculos através dos países bálticos, para a Hungria, Roménia e mesmo - em número de 150.000 - ao longo do Volga. Os flamengos que se instalaram em grande número no norte da França deram a esta as suas mais tenazes elites industriais. Os espanhóis de esquerda, que não tiveram outro remédio senão refugiaremse na França depois da derrota de 1939, confundiramse, no espaço de uma geração apenas, com os franceses que os admitiram. Os centos de milhares de italianos instalados na França também vieram a confundirse durante o século passado com os naturais do país, e com assombrosa facilidade.

O Império napoleónico também reuniu os euro-peus sem se importar demasiado com a sua opinião. O que não impediu que as suas elites se tivessem interpenetrado com uma extraordinária rapidez. O alemão Goethe veio a ser cavaleiro da Legião de Honra; o príncipe polaco Poniatowski chegou a Marechal da França; Goya abasteceu o Museu do Louvre de mestres espanhóis; Napoleão proclamava-se, nas suas moedas, Rex Italicus.

Os eternos descontentes, espalhados por dez países diferentes da Europa, ter-se-iam aproximado uns dos outros e, finalmente, teriam confraternizado, exactamente como nós fizemos nas fileiras da Waffen--SS durante a II Guerra Mundial. Os maus momentos seriam esquecidos e só se recordaria o que interessasse verdadeiramente.

A actual aproximação europeia, que num quarto de século submergiu séculos de História, operouse sem nenhum estímulo político e somente através dos turistas que circulam aos milhões de um país para outro. Os costumes já se confundiram tanto uns com os outros, que parecem um cocktail dos mais variados ingredientes.

Com Hitler o processo de unificação ter-se-ia de-senvolvido com mais rapidez, certamente, mas, sobretudo, ter-se-ia desenvolvido menos anarquicamente. Uma grande e comum construção política teria orien-tado e concentrado todas as tendências.
No início, os milhões de jovens, alemães e não alemães, que tinham combatido juntos desde o Vístula polaco ao Volga russo, ter-se-iam convertido, graças aos esforços e aos sacrifícios comuns, em camaradas para toda a vida. Conheciamse. Estimavamse. As rivalidades europeias de ontem, manias de burgueses empedernidos, pareciam-nos ridículas. Em 1945 cons-tituíamos um verdadeiro núcleo de 1 milhão de combatentes SS unidos para sempre!

À juventude ia oferecer-se um mundo novo, uma Europa surgida do génio e das armas. Em lugar de vegetarem em Candebec-en-Caux ou em Wuustwezel à volta de arenques fumados ou de maçãs maduras, teriam dirigido a sua atenção para as terras sem fim do Leste que a todos se ofereciam. Poderiam forjar ali em conjunto uma vida verdadeira, de homens, de criadores, de chefes.

Toda a Europa teria sido trespassada por esta corrente imensa de energia e dinamismo. O ideal que em poucos anos tinha contagiado toda a juventude do III Reich, porque significava a audácia, a entrega, a honra, a projecção para o verdadeiramente grande e formoso, teria calado no mais fundo dos demais jovens da Europa. Não mais vidas medíocres! Não mais horizontes escuros e duvidosos! Ao diabo com a vida vulgar na mesma região, no mesmo palmo de terra, na mesma casa de sempre... Um mundo vibrante empurraria os jovens europeus através de milhares de quilómetros sem fronteiras a arejar plenamente os pulmões, a descobrir riquezas novas e desconhecidas, a conquistar tudo com fé e alegria!

Em vez de congressos vacilantes de comparsas carcomidos pela desconfiança e pelas reservas mentais, uma grande unidade política, social e económica sem círculos fechados e sem individualismos egoístas...
Havia que ouvir Hitler expor os seus grandes projectos para o futuro. Canais gigantescos a unir os grandes rios europeus, abertos aos navios de todos, do Sena ao Volga, do Vístula ao Danúbio. Combóios de 4 metros de largura e dois pisos, rodando sobre vias elevadas e franqueando os imensos territórios do Leste, onde os soldados de ontem teriam criado as explorações agrícolas e as indústrias mais modernas e pujantes que é possível conceber, destinadas a 500 milhões de clientes europeus!

Durante 20 anos, ter-se-ia grunhido, resmun-gado... Mas, ao cabo de uma geração, a unidade teria sido conseguida. A Europa ter-se-ia constituído para sempre na mais potente unidade económica do orbe e no lar mais importante da inteligência criadora. As massas europeias teriam conseguido então respirar. E, uma vez ganha esta batalha da unidade, a disciplina haveria de suavizarse necessariamente.
- A Alemanha teria devorado a Europa?

Não o creio. Em primeiro lugar, Hitler era um homem acostumado a ver longe, e não se deixava submeter pelo exclusivismo alemão. Era austríaco, depois alemão, logo germânico. Em 1941 já tinha superado todas essas etapas: tornarase europeu! O génio passa para além das fronteiras e das raças!... Que quer o génio? Superarse continuamente! Quanto maior for a massa a modelar, melhor se sente no seu elemento!

A Europa, para Hitler, era uma construção de vulto digna dele. A Alemanha não era mais que um imóvel importante que ele tinha edificado e que olhava agora com complacência. Mas ia mais longe: não havia nenhum perigo real na alemanização da Europa! Se havia muitos alemães, havia também muitos outros europeus. E todos eles possuíam qualidades próprias, excepcionais, indispensáveis aos alemães. Refirome, fundamentalmente, ao génio francês. Nada era possível e nada será possível na Europa sem a finura e a graça francesas, sem a vivacidade e a clareza do espírito francês.

A Europa de Hitler teria sido um tanto argamassada no princípio. É verdade que, ao lado de um Goering, senhor do Renascimento, que possuía o sentido do faustoso e do artístico, e de um Goebbels, inteligente e vivo como uma doninha, muitos chefes hitlerianos eram grosseiros e vulgares... Precisamente por isso, o génio francês teria sido indispensável a esta nova Europa!

O génio italiano também teria servido de contrapeso à rude potência germânica. Teria invadido a Europa hitleriana com a sua moda elegante, o requinte dos seus sapatos e os seus automóveis ligeiros e rápidos.

Igualmente teria intervindo o génio russo e de maneira considerável, estou certo. Este povo é tranquilo, sensível, inteligente e artista e possui ao mesmo tempo o dom das matemáticas, o que não é uma contradição: a lei dos números é a base de todas as artes! O alemão possui qualidades admiráveis de técnico e organizador. Mas o russo, sonhador, é mais imaginativo e vivo de espírito. Um teria completado o outro. Os laços de sangue fariam o resto. Os jovens alemães teriam desposado centenas de milhares de jovens russas. A conjunção germano-russa teria feito maravilhas!
Sim, o problema era gigantesco! Soldar 500 milhões de europeus que não tinham, à partida, desejo nenhum de coordenar o seu trabalho, de juntar esforços, de harmonizar caracteres... Mas Hitler levava em si mesmo o génio e o poder suficientes para impor e realizar esta obra gigantesca, onde centenas de políticos medíocres e vulgares só poderiam fracassar. Milhões de soldados estariam ali a secundar a sua missão de paz, soldados chegados de toda a Europa, da Divisão Azul, da Divisão Flandern e dos Balcãs, da Divisão Charlemagne e os seus centos de milhares de camaradas das 38 Divisões da Waffen-SS.

Sobre a península reduzida que subsistiu na Europa depois do naufrágio do III Reich, edificaramse os alicerces mal assentes, pouco estáveis, de um Mercado Comum híbrido, foco de rivalidades. Uma Europa animada por um ideal heróico e revolucionário, construída em grande, teria um aspecto bem diferente!...

A juventude da Europa teria tomado rumos diferentes daqueles que tomou com os beatniks errantes e contestatários... Depois de alguns fluxos e refluxos, os diferentes povos europeus ter-seiam surpreendido ao verificarem que se completavam tão bem! Os plebiscitos populares haveriam de confirmar que a Europa da força se tinha convertido, dos Pirinéus aos Urais, na Europa livre, numa comunidade de 500 milhões de europeus conciliados.
É uma pena que Napoleão tenha fracassado no século XIX. É igualmente lastimoso que, no século XX,
Hitler fracassasse também. O comunismo teria sido varrido do mapa. Os Estados Unidos não teriam impingido ao universo a sua ditadura das conservas!...

-Teria sido uma Europa de campos de concentração?

Este estribilho já foi utilizado vezes demais. Como se não houvesse mais nada em que pensar nesta Europa em construção... como se, depois da queda de Hitler, os homens não tivessem continuado com extermínios na Ásia, na América, mesmo na Europa, nas ruas de Praga ou de Budapeste... como se as invasões, as violações de territórios, os abusos de poder, os complots, os raptos políticos, não tivessem florescido mais que nunca no Vietnam, em Santo Domingo, na Vene-zuela, na Baía dos Porcos, na Argélia, na Indochina, no Biafra, e até em Paris, por ocasião do caso Ben Barka, já esquecido...

Não foi Hitler mas o israelita Moshe Dayan quem montou operações-relâmpago e lançou carros de combate para o Canal de Suez, ocupando à força territórios árabes três vezes maiores que os seus, que os arrebanhou (apesar de todas as conferências da ONU) e que encerrou os povos submetidos em campos de concentração miseráveis!

Há que estar contra a violência, sim! Mas contra todas as violências! Não somente contra as violências de Hitler, mas também contra as violências do ministro francês Mollet, quando lançou milhares de páraquedistas sobre o Canal de Suez em 1956, com tanta premeditação como aleivosia; contra as violências francesas na Argélia, onde milhares de crimes de guerra foram perpetrados com o beneplácito dos sucessivos governos franceses; contra as violências dos americanos, massacrando a 1.500 quilómetros de Massachussetts ou da Flórida os vietnamitas, exterminando atrozmente multidões de mulheres e crianças indefesas; contra as violências dos ingleses, armando até aos dentes os nigerianos para recuperar os poços de petróleo supercapi-talistas à custa de 1 milhão de cadáveres, entre os quais centenas de milhares de crianças mortas de fome, verdadeiro e implacável genocídio; contra as violências dos sovietes que, debaixo dos seus carros de combate, esmagaram húngaros e checos que resistiam à sua tirania; e contra as violências repetidas de Israel, conquistando, esmagando, multiplicando raptos e represálias!
Arrastaramse os vencidos a Nuremberga, encerraramse em celas como macacos, proibiuse aos seus defensores fazerem uso de documentos que poderiam ter molestado ou comprometido os acusadores, principalmente os que faziam referência à matança em Katyn de 15.000 oficiais polacos, só porque os representantes de Estaline - o supremo assassino do século - faziam parte do Tribunal de Crimes de Guerra de Nuremberga, em cujo banco dos réus se deveria ter sentado o próprio chefe da URSS1.

Se se pretende recorrer a tal procedimento, então que seja extensivo a todos os criminosos, não apenas aos criminosos alemães, mas aos criminosos ingleses que massacraram 200.000 inocentes no monstruoso bombardeamento de Dresden2 aos criminosos franceses que, sem qualquer espécie de julgamento, fusilaram no seu território, no outono de 1944, prisioneiros alemães sem defesa, aos criminosos americanos que trituraram os órgãos sexuais dos prisioneiros SS de Malmédy em 1945 e experimentaram, sem qualquer necessidade militar, num Japão que já estava vencido, que há 3 meses oferecia a capitulação, a mãe monstruosa de toda a chantagem mortal de agora, a bomba atómica de Hiroshima!3

Este procedimento devia valer igualmente para os criminosos soviéticos que estigmatizaram a II Guerra Mundial com horríveis e inumeráveis crueldades levadas a cabo metodicamente na Alemanha oriental e que chacinaram milhões de pessoas nos seus imensos campos de concentração instalados no Mar Negro e na Sibéria. Estes campos não foram fechados depois da II Guerra como foram os do III Reich, com os quais continuam, 25 anos depois4, a martelarem-nos os ouvidos. Estes campos soviéticos existem hoje em dia e continuam a funcionar! Para lá se enviam continuamente milhares de seres humanos que tiveram a desgraça de não caírem nas boas graças dos senhores Brejnev, Kossyguine e restantes cordeiros democráticos! Sobre estes campos, em plena actividade, onde os sovietes encerram incansavelmente todos os que se opõem à sua ditadura, nenhum dos falastrões democráticos ousa pronunciar uma só palavra de protesto! Nenhum deles se irrita sequer... nem pede sanções internacionais!

O mesmo acontece com as desobediências de Israel às repetidas e claras decisões da ONU5. Que se passa, então? Onde está a preocupação pela verdade e pela equidade? Onde está a boa-fé? Onde começa a farsa? Quem é mais repugnante? O que mata, ou o que representa a comédia da virtude e se cala muito calado?...
Tantos virtuosos protestos dos censores indi-gnados quando se trata de Hitler e tão curiosamente mudos quando já não se trata dele, não são mais que comédias abjectas que só transformam o espírito da justiça em espírito de vingança e a crítica da violência na mais tortuosa das hipocrisias. Paz aos mortos que caíram debaixo de Hitler. Mas o tamtam infernal, repetido incansavelmente sobre as suas sepulturas pelos falsos puritanos da democracia, é indecente!
Apesar da derrota na Rússia, apesar de Hitler acabar abrasado, apesar de Mussolini ter sido enforcado, os Fascismos terão sido - juntamente com a instauração e a consolidação dos sovietes na Rússia - o grande acontecimento do século.

Algumas das preocupações hitlerianas de 1930 já se esfumaram. A noção do espaço vital foi superada e a prova está na Alemanha ocidental que, reduzida à terça parte do território do III Reich, é hoje em dia mais rica e poderosa que o Estado hitleriano de 1939. Os transportes internacionais e marítimos de baixo preço mudaram tudo. Sobre uma rocha escarpada e bem situada, é possível instalar hoje a mais potente indústria do mundo, como se viu no Japão. O campesinato, que tinha sido extraordinariamente favorecido pelos fascismos, passou em todo o lado a um plano secundário. No momento presente rende mais uma quinta inteligentemente industrializada que cem explorações não racionalizadas e sem material moderno adequado. Antes maioria, os camponeses são hoje uma minoria cada vez mais reduzida. Mesmo as doutrinas sociais,que não tinham em conta senão o capital anónimo e o trabalho individual, já estão superadas. Um terceiro elemento veio a intervir cada vez mais: a massa cinzenta. A Economia deixou de ser um casamento de dois para ser de três. Um grama de inteligência criadora tem mais importância que um comboio carregado de carvão ou de pirite. O cérebro converteuse na matéria-prima por excelência. Um laboratório de investigação científica pode valer mais que uma cadeia de montagem. Antes do capitalista e do trabalhador, o investigador! Sem ele, sem os seus equipamentos especializados, sem os seus computadores e sem as suas estatísticas, o capital e o trabalho são simples corpos mortos. Os próprios Krupp e Rotschild tiveram que ceder o passo a cabeças mais bem dotadas.
A evolução destes problemas, já evidente em 1940, não colheu Hitler de surpresa. Ele que lia tudo, estava ao corrente de tudo! Os seus laboratórios atómicos foram os primeiros do mundo7.
A Alemanha, a Itália também, apesar de serem os vencidos, os espezinhados (o III Reich não era mais que um montão de ladrilhos e escombros em 1945), não tardaram muito em se situarem à cabeça da Europa. Porquê?... Porque a grande escola do hitlerismo e do fascismo tinha criado caracteres. Tinha formado mi-lhares de jovens chefes, tinha impregnado de persona-lidade milhares de seres, tinhalhes revelado, em circunstâncias excepcionais, os seus dotes de organização e de comando que a rotina idiota, semi-burguesa, dos tempos precedentes, não lhes tinha permitido nunca pôr em jogo.

O milagre alemão depois de 1945 foi isso: uma geração, triturada materialmente, tinha sido preparada para desempenhar o papel de dirigente graças a uma doutrina fundada na autoridade, na responsabilidade, no espírito de iniciativa; na prova do fogo, esta doutrina deu aos caracteres a têmpera do melhor aço; no momento em que foi necessário levantar tudo, refazer tudo, reve-louse como uma alavanca sem igual!

O actual desencadear de descobertas modernas, desde a energia nuclear à miniaturização, foi posto em marcha por Hitler (tapem os ouvidos, se quiserem, mas é assim mesmo!), enquanto a Europa dormia o sono dos vagabundos, sem ver mais para além do seu nariz!

Por exemplo, que teria sido de Von Braun, jovem germano desconhecido e sem recursos, sem Hitler? Poderia falar-se de casos semelhantes e de centenas de pessoas. Tinham talento, é certo, mas que teriam feito só com o seu talento?... Os americanos sabiam muito bem que o futuro científico do mundo inteiro estava ali, nos laboratórios de Hitler. Apesar de se deixarem apresentar complacentemente como os reis da ciência e da técnica, a sua preocupação maior ao veremse vencedores em Maio de 1945, foi a de se precipitarem através do território do III Reich, ainda fumegante, a recuperar centenas de sábios atómicos. Os soviético levaram a cabo uma operação semelhante. Em comboios a abar-rotar, transportaram para Moscovo os sábios de Hitler.

Aos que cooperaram, os americanos estenderam pontes de ouro. Fizeram chefe do seu imenso complexo nuclear o Von Braun de Hitler - do mesmo Hitler a quem a América tanto devee que, já em Agosto de 1939, ainda antes do começo da guerra com a Polónia, lançou o primeiro foguetão do mundo no céu da Prússia. Foi nesse dia que começou o mundo moderno!

Neste aspecto, como no social, os detractores de Hitler não são mais que tardios e grosseiros imitadores. Que outra coisa é o Centro francês de Investigações de Pierrelate senão uma imitação fraca, incompleta, da base hitleriana de Peenemunde, e com 25 anos de atraso?...

Desaparecido Hitler, o mundo democrático mostrouse incapaz de criar algo verdadeiramente novo nos sectores político e social. Nem sequer conseguiu corrigir o velho. Não foi capaz de reparar as estruturas decrépitas de antes da guerra, apesar do mito democrático ao velho estilo, pomposo, charlatão, incompetente, estéril, já não ser mais que um balão vazio que não só deixou de atrair, como até provoca a chacota!

Quem se preocupa ainda com os velhos partidos e com os seus velhos bonzos, desvalorizados e esquecidos?...

Em contrapartida... quem esquecerá algum dia Hitler e Mussolini?...

Milhões dos nossos rapazes morreram depois de uma odisseia terrível. Que foi feito lá, tão longe, das suas pobres tumbas?... As nossas vidas, as dos sobreviventes, foram sacudidas, destroçadas, definitivamente eliminadas. Mas os Fascismos, para os quais nós vivemos, modelaram para sempre a nossa época. Na nossa desgraça, isto não deixa de ser também o nosso grande consolo.

A cortina da História pode caír sobre Hitler e Mussolini, como caíu sobre Napoleão.
Os anões já não poderão mudar nada.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007



I'm forever blowing bubbles,
Pretty bubbles in the air,
They fly so high, Nearly reach the sky,
Then like my dreams, They fade and die,
Fortune's always hiding,
I've looked everywhere,
I'm forever blowing bubbles, Pretty bubbles in the air...

IN HAMMER WE TRUST !!

Não encontramos explicações onde não existe uma explicação !!
E de uma coisa é certa: NÃO ABANDONAMOS Camaradas às mãos da (in)justiça!
Força Mario,Força Vasco,Força Zé Antonio