terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Discurso de Adolf Hitler para o povo alemão no ano novo de 1943
ADOLF HITLER
A ALEMANHA EM GUERRA
Pela Quarta vez o destino me obriga a dirigir, durante a guerra, o apelo do Novo Ano ao povo alemão. Durante estes quatro anos, o povo alemão compreendeu claramente que se trata realmente da sua existência ou da sua perda na luta que, como tantas vezes já, no decurso da história alemã, nos foi imposta pelos nossos rapaces inimigos.
Quando nos séculos passados, as disputas dinásticas encheram o mundo com o seu estrépito guerreiro, os resultados de semelhantes lutas eram, no fundo, mais modestos nos seus efeitos, tanto para os vencedores como para os vencidos. Contudo, depois duma decadência que durou séculos, o nosso 1º Império alemão via o seu povo decair da sua posição outrora altaneira na Europa; decadência essa causada pelo amolecimento interior e impotência que se seguiu, até que voltou a ser por muito tempo o fertilizador cultural do resto do mundo.
Milhões inumeráveis de alemães foram forçados a deixar a sua Pátria para procurarem subsistências. Foram esses precisamente que contribuíram inconscientemente para edificar esse continente que actualmente tenta, pela Segunda vez, pôr a Europa a fogo e sangue.
O povo que, na sua inexperiência política e sob a pressão da necessidade material, teve de refugiar-se mais e mais no mundo das ideias para se tornar, finalmente, a nação dos poetas e dos pensadores, era aos olhos do resto do mundo um fenómeno tão agradável como a Itália povoada de ruínas românticas, dilacerada políticamente e materialmente reduzida à mendicidade. Mas desde que o Estado prussiano cessou de não ser senão a espada das potências estrangeiras e se preparou, guiado por espíritos esclarecidos, para unir, conforme a sua verdadeira missão, o povo alemão, os gozadores da situação antiga começaram a odiar o novo Reich e a assolar o seu território com guerras, que se sucediam com intervalos cada vez mais próximos. Quanto mais oportunos para esse fim eram os argumentos invocados, mais mentirosos eram.
Outrora a França feudal lutara contra o Reich alemão, dirigido pela Casa de Habsburgo; mais tarde a França burguesa conduz as suas guerras contra a Alemanha, agrupada sob a Prússia. E a França de 1939 voltou a declarar guerra ao Reich, que desta vez não era do Kaiser, mas sim um Estado Nacional-Socialista.
A Inglaterra combateu primeiro a monarquia constitucional e parlamentar, agora excita contra o Estado popular alemão, as nações. A América, que em 1917 se juntou à Inglaterra para fazer a guerra contra a Alemanha de Guilherme II, foi a provocadora da actual guerra contra a Alemanha do ressurgimento socialista. A Rússia arrastou outrora a Europa monarquista para a guerra. Agora, preparou a sua guerra mundial sob a bandeira dos Estados bolchevistas, com o auxílio dos países capitalistas, contra a Europa e a Alemanha socialista.
Que importa os motivos que aleguem para explicar todas estas guerras se a razão profunda foi sempre o ódio contra um Império alemão poderoso, agindo como potência protectora da Europa central, e a recusa para concederem o direito de vida aos povos alemão e italiano?
O FÜHRER RELEMBRA AS SUAS PALAVRAS AO INICIAR A GUERRA
No fundo um interesse puramente capitalista, porque todos os homens do Estado são defensores das acções de armamento dos seus países. Do sangue dos mercenários contratados por eles e do sangue dos seus próprios soldados nascem os dividendos. Nada mais natural que à frente de todos os países esteja a potência que mantêm afastada de toda a moral humana e que vê no oiro a única razão de existir; a grande vencedora de todas as disputas é ao mesmo tempo a maior organizadora das guerras: tem sido o judaísmo internacional que sempre tem excitado ou provocado a divisão entre os homens e os povos.
Durante a guerra mundial de 1914-1918, esta coligação internacional de banqueiros e os seus cúmplices judeus conseguiram envolver o povo alemão nas nuvens das suas frases e cegá-lo contra o perigo ameaçador. Quando o povo alemão, enfraquecido pela revolução, depôs as armas, as pessoas simples, fiando-se nas promessas do seu inimigo sem carácter, cuidaram que podiam esperar uma paz na justiça, a reconciliação e o entendimento.
O nome dum presidente dos Estados Unidos da América está desde então ligado para sempre à maior trapaça da história do mundo: Wilson conseguindo com os seus 14 pontos corromper na sua atitude espiritual o povo alemão, que não conhecera a derrota no campo de batalha, para em seguida o aniquilar, imunizou para sempre a nação alemã contra a repetição de tais tentativas. Desde então a palavra de um presidente dos Estados Unidos da América já não tem na Alemanha senão o o mesmo valor que nos Estados Unidos se lhe atribui.
Mesmo sem isto o povo alemão já não é o mesmo povo alemão de 1914-1918. Do antigo Estado de classes, burguês e capitalista, nasceu um Estado nacional do povo. Se eu mesmo recebi as bases para as minhas ideias Nacionais-Socialistas da experiência da frente como soldado da guerra mundial, a Segunda guerra mundial que actualmente assola o mundo como acontecimento único na história, não é senão uma confirmação destas ideias.
É por isso que o povo alemão não se afastará, no decorrer desta luta, do seu ideal Nacional-Socialista, mas pelo contrário a ele se agarrará cada vez mais.
A antiga ordem social envelhecida desloca-se rapidamente. Não pode haver dúvida de que no fim desta luta o Estado Nacional-Socialista permanecerá na Europa como um bloco indestrutível e inamovível. Mas ninguém deve Ter ilusões: este Estado conduzirá a luta pela existência do nossos povo com uma energia totalmente diferente da antiga Alemanha.
Se eu já declarei, no dia 1 de Setembro de 1939, perante o Reichstag alemão, que suceda o que suceder, nem o tempo, nem a força das armas poderiam quebrar o Estado actual, cada alemão sabe já agora que a verdade desta profecia não pode ser posta em dúvida. E se eu asseguro além disso que a esperança do judaísmo internacional de poder aniquilar com uma nova guerra mundial o povo alemão, ou outros povos europeus, é o maior erro do judaísmo desde há milhares de anos e que não será certamente o povo alemão que será destruído, não resta dúvidas de que quem será exterminado será o judaísmo.
Desta vez não enviaremos nem sacrificaremos milhões de homens honrados, no campo de batalha por culpa duma raça maldita para que o judaísmo internacional faça negócios ou possa dar livre curso ao seu ódio, que data do Antigo Testamento e isso sem incorrer em nenhuma punição.
A melhor prova de que esta raça é a principal culpada desta guerra, pode ser dada pelo facto da ligação de contradições, aparentemente contraditórias, na lata contra os Estados nacionais europeus.
A aliança entre os Estados essencialmente capitalistas do ocidente, ou melhor ainda, entre a América e o regime fantasma socialista mentiroso do bolchevismo, não se compreende senão pelo facto da direcção nos dois casos se encontrarem entre as mãos do judaísmo internacional, mesmo quando as personagens que o representam o pareçam contradizer. Contudo o «trust» espiritual judaico de Roosevelt, a imprensa judaica da América, a rádio judaica destes países, a organização judaica dos partidos, etc., tudo isto não é outra coisa senão a direcção judaica da União dos Sovietes.
Logo que nos Estados os verdadeiros interesses nacionais começam apenas a movimentar-se, imediatamente se fazem sentir as mais vivas objecções à sua maneira de proceder, e sobretudo na fixação dos objectivos da própria guerra.
E isto vai tão longe que a arte do assassínio político, tão desenvolvida pela Inteligence-Service serve como último meio quando não se pode encontrar caminho para eliminar as divergências.
OS DOIS PONTOS DE VISTA DO ESTADO NACIONAL-SOCIALISTA
A posição do Estado Nacional-Socialista nesta luta, que é a mais gigantesca da história mundial, é ditada por dois pontos de vista. Primeiro: Nada fizemos na França, nem na Inglaterra, nem ainda na América, nada exigimos destes países que tivesse podido motivar esta guerra.
Mais ainda: cada proposta de paz, durante esta guerra, foi bruscamente repelida pelos criminosos de guerras internacionais e interpretada como uma fraqueza alemã. Foi assim que não nos declararam guerra, formalmente, como há vinte e cinco anos, mas nos impuseram a luta.
O outro ponto de vista é o seguinte; Desde que a guerra era inevitável, resolvemo-nos a conduzi-la com todo o fanatismo de que nós, nacionais-socialistas, somos capazes. Estamos, sobretudo, resolvidos a conduzi-la até uma decisão definitiva e nítida, para que os nossos filhos sejam poupados à repetição de uma tal catástrofe.
Se o povo alemão de 1918 tem continuado a luta com uma decisão de ferro, em lugar de crer nas frases mentirosas e hipócritas de Wilson, o amado inimigo Ter-se-ia então desmoronado.
Como tal não aconteceu, o nosso povo caiu na miséria económica, sem precedentes, e milhões de alemães foram arrebatados aos seus lares, e, em última análise, a outra guerra foi a causa da actual. Porque nós sabemos que em 1889, em Inglaterra e em Paris se pensava que o povo alemão deporia, como anteriormente, as armas, e isso passado pouco tempo. O povo alemão e o resto do mundo devem, contudo, saber que este acontecimento foi um facto único na história alemã.
Se judeus ingleses e americanos declaram que os aliados têm a intenção de arrebatar os filhos ao povo alemão, de trucidar milhões de jovens, de fragmentar o Reich e explorá-lo em proveito dos capitalistas ou dos bolchevistas, não têm necessidade de no-lo dizer, porque nós já o sabemos. Somente parece que nesse outro mundo não se sabe que a Alemanha Nacional-Socialista não se presta a tal experiência, que não será vencida e que jamais pensará em capitular, mas pelo contrário, está resolvida a terminar esta luta somente com uma vitória nítida.
A garantia mais segura deste sentimento e desta força de vontade necessária, é o partido Nacional-Socialista com as suas organizações e acima de tudo o povo por esse partido educado. O direito de crer nesta vitória devemo-lo à nossa própria força, à coragem das nossas tropas, fidelidade e ao trabalho do nosso país e à actividade dos valorosos povos aliados connosco na Europa e Ásia.
Se a força armada alemã e os outros Estados aliados connosco conseguiram, durante o ano findo, fazer recuar ainda mais as frentes do bolchevismo que ameaçam sobretudo a Europa, a Mãe-Pátria alemã fez nas cidades e no campo, com os homens e com as mulheres, em condições mais difíceis, uma obra única.
O soldado alemão e os soldados aliados, bem como a economia alemã, não só alargaram duma maneira gigantesca o espaço vital da Europa em luta, mas já o fizeram frutificar em grande parte em seu proveito. Foi possível assegurar o nosso reabastecimento graças ao trabalho do camponês e da camponesa alemães. Os milhões ocupados na nossa indústria, não só reabasteceram os Exércitos com o material necessário, mas criaram as condições indispensáveis para o fabrico do nosso armamento, projectado em dimensões mais extensas ainda.
OS VOTOS DO FÜHRER NO COMEÇO DO ANO
O que a América projecta fazer neste campo, foi-nos já muitas vezes suficientemente comunicado pelas tagarelices insensatas do seu principal excitador. O que ela é, na verdade, capaz de fazer, e o que já fez, não nos é desconhecido.
O que a Alemanha e a Europa farão em último lugar não constituirá segredo para os nossos adversários no ano que começa. Um olhar sobre o ano findo, sobre os grandes êxitos e as lutas gigantescas que se travam, obriga-nos, à Mãe Pátria alemã a pensar primeiro que tudo nos nossos soldados: em toda a parte em que se encontram, acrescentam novas folhas de glória ao Livro de História Alemã.
As suas batalhas gloriosas são conhecidas pelos comunicados especiais e pelos comunicados do Grande Quartel General, mas o que eles sofrem e suportam nunca o país poderá avaliar suficientemente. A esta frente dos combatentes deve acrescentar-se a frente dos homens e das mulheres que trabalham na rectaguarda como auxiliares da própria frente. Deles também, principalmente a Leste, se exige o inconcebível, e todos correspondem. Contudo, assumindo todas estas dores, todas as privações, todos estes sacrifícios e preocupações, eles preservam o Reich de uma desgraça mil vezes maior. Guardam-no, protegem-no perante os horrores de uma guerra de que o país não pode fazer uma ideia aproximada, apesar dos violentos ataques aéreos.
No começo do Ano Novo temos de agradecer em nome do povo alemão todo o heroísmo e todo o trabalho do país e da Frente. Eu não sou mais do que um dos numerosos elos desse povo. O que me faz distinguir da massa dos meus compatriotas não é mais do que a honra de poder ser seu chefe. Mas àparte isto, as suas dores são as minhas, do mesmo modo que o meu orgulho e a minha alegris serão um dia o orgulho e a alegria de todo um povo, Só o indivíduo é que deve desaparecer e desaparecerá, mas o povo deverá sobreviver.
Os nossos votos ao dia 1 de Janeiro de 1943 serão para que o povo, neste ano que começa, seja mais forte. É nestas condições que nós podemos ousar pedir como sempre ao Nosso Deus que não recuse o auxílio que nos tem dado até agora. O inverno pode ser duro, mas não poderá atingir-nos mais duramente do que o ano passado. Mas em seguida virá a hora em que reunindo toda a nossa força, nos preparemos para servir a liberdade, o futuro e a vida ao nosso povo.
Virá o momento então em que nesta luta uma potência será a primeira a desabar; que isto não é com a Alemanha bem o sabemos. O povo alemão ficará desta vez senhor do campo de batalha. E enfim virá essa longa era de paz que nós desejamos para a maior organização da comunidade do nosso povo como único agradecimento digno dos nossos filhos mortos no campo da honra.
In "Grandes Discursos Políticos". Selecção, Organização, Prefácio e Notas de Leopoldino Serrão. Editora Ausência, 2004.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
THE ORDER- BRUDER SCHWEIGEN

Artigo sobre Robert Jay Mathews,herói e mártir da causa racialista ariana,a história dos "BRUDER SCHWEIGEN" e sobretudo a derradeira carta que R.J.M escreveu ao mundo,carta essa plena de dramatismo mas que reflecte um homem consequente e consciente de nao podendo continuar a viver,lutando decide morrer,lutando por aquilo que de mais sagrado existe,a RAÇA ARIANA.
Que o exemplo dos "BRUDER SCHWEIGEN" e de R.J.M estejam sempre na mente de cada um de nós!
VIVA A THE ORDER!VIVA ROBERT JAY MATHEWS! VIVA A RAÇA BRANCA!
The Order Bruder Schweigen foi formada por Robert Mathews em Setembro de 1983.O seu propósito era parar de falar e actuar até conseguir o estabelecimento de um Bastiao Americano Branco no noroeste do Pacifico, e finalmente a vitoria ariana total.
No seu primeiro ano. The Order começou a acumular um fundo de guerra para a sua propria revolucao quando 3 membros assaltaram um estabelecimento porno em spokane,Washington.
Imediatamente depois, o grupo lançou uma operaçao de falsificaçao de dinheiro no complexo das Naçoes Arianas em Hayden Lake,Idazo,que foi desarticulada quando um membro da The Order Bruce Pierce foi detido por passar uma nota falsa de 50 dolares.
Pierce foi condenado mas iludiu a acçao judicial e passou á clandestinidade até 1985.
Em 1983 foram liberados fundos num banco de Seatle no valor de 25.000 usd.
A liberaçao de fundos aumentou no ano seguinte.Em março de 84 membros da The Order distraíram a acçao policial e fizeram rebentar uma bomba num teatro de Seatle enquanto outors membros,assaltavam uma carrinha de valores apropriando-se de 500.000 usd.
Em junho de 1984 aSSaSSinaram Alan Berg,um controverso locutor de radio de Denver.Berg foi morto fora da sua casa e terminou assim com os seus vómitos de retórica anti-branco no seu programa.
Por esta altura já os membros tinham recomeçado a operaçao de falsificaçao de dinheiro.
Assaltam um camiao blindado perto de Ukiah,California. Este assalto proporcionou o maior saque do grupo que rendeu 3.800.000usd(a maior soma até hoje na historia de roubos a carrinhas de valores nos Estados Unidos).Esse dinheiro foi usado para a compra de vehículos,armas,e equipamento.O grupo tambem comprou parcelas de terreno em Idanho e Missouri para campos de treino e guerrilla e entregou dinheiro a amigos racialistas numa tentativa de unificar varios grupos desta ideología.Falou se que o grupo planeou assaltar o maior cofre blindado de Brinks em San Francisco,o que lhes renderia supostamente qualquer coisa como 50 milhoes de dolares.
Depois da traiçao de Thomas Martinez antigo membro e agora delator da policia os agentes do FBI tentam prender R.J.M. num hotel mas este atinge um agente sem o matar e consegue fugir.Gary Yarbrough foi preso nesse momento.
O FBI seguiu Mathews até Whidbey Island em Washington,ondee m dezembro de 1984 foi sitiado por forças do FBI ,BEATF,SWAT,com a cooperaçao da marinha dos Estados Unidos.Durante 36 horas,repeliu sozinho os numerosos ataques de 500 agentes(incluindo um helicóptero),até que bombardearam a casa e R.J.M foi queimado vivo.
Bruce Pierce converteu-se fugitivo e esteve na lista dos 10 homens mais procurados do FBI.O ultimo membro da THE ORDER a ser encarcerado foi Richard Scutari,em abril de 1985.
Em 30 dezembro 1985,nove homens e uma mulher todos membros do grupo foram condenados a penas entre 40 e 100 anos de prisao,assim como a fortes multas.David Tate foi condenado num processo á parte pelo assassinato de um patrulla do Missouri e foi condenado á prisao perpetua.
Logo,4 membros foram novamente julgados em tribunal,as acusaçoes eram de conspiraçao para negar a Alan Berg os seus directos civicos pois ele era Judeu e tinha um lucrativo emprego.Neste processo David Lane e Bruce Pierce foram outra vez condenados pela morte do Judeu e sentenciados a mais de 150 anos.
Como se tudo isto nao fosse suficiente,os Federais apresentarao acusaçoes de conspiraçao para derrubar o governo dos EUA,contra os membros Scutari,Bruce Pierce e David Lane.
Entre estes homens de valor e tambem pertencendo a esta organizaçao esteve o portugues Frank Silva que foi condenado a 30 anos de prisao mas devido a bom comportamento encontra-se neste momento em liberdade condicional.
A mulher de David Lane, Katja Lane que permanece fiel ao seu marido e seus principios racialistas sempre apoiou os presos politicos em Portugal do caso “skins bairro alto” atraves de diversas maneiras inclusivé ja esteve em Portugal no passado.
Diversas bandas musicais skins e NS, organizaçoes etc por todo esse mundo prestaram já tributo a estes homens em diversas cançoes, t-shirts, livros, e no que mais de precioso este grupo nos deixou, a força de vontade e coragem a fé inabalavél e um sentido de missao que hoje em dia influenciam e muito o nosso movimento.
Quem nao estiver disposto a ir preso pelos nossos ideais ou em ultima hipotese morrer, nunca poderá afirmar que está na mesma luta que estes homens da irmandade do silencio.
Ultima carta de Robert Jay Mathews
“TODOS NÓS SABIAMOS QUE SERIA ASSIM,QUE SERIAM OS NOSSOS PRÓPRIOS IRMAOS OS PRIMEIROS A TENTAREM DESTRUIR OS NOSSOS ESFORÇOS PARA SALVAR A NOSSA RAÇA E A NOSSA DOENTE NAÇAO.PORQUE ESTAO TANTOS HOMENS BRANCOS TAO ÁVIDOS POR DESTRUIR A SUA PRÓPRIA ESPÉCIE PARA O BENEFÍCIO DE JUDEUS E DOS HIBRÍDOS?
VEJO 3 AGENTES DO FBI ESCONDIDOS ATRÁS DE ALGUMAS ÁRVORES,AO NORTE DA CASA.PODERIA TE-LOS FACILMENTE ABATIDO.TIVE AS SUAS CARAS NO MEU RAIO.ELES PARECEM RACIALMENTE ACEITÁVEIS,PORÉM TODOS OS SEUS TALENTOS SAO OFERECIDOS A UM GOVERNO QUE ESTÁ ABERTAMENTE TENTANDO ABASTARDAR A PRÓPRIA RAÇA DA QUAL ESTES AGENTES FAZEM PARTE.PORQUE É QUE NAO O VÊEM??
HOMENS BRANCOS MATANDO HOMENS BRANCOS,O SAXAO MATANDO O DINARMARQUÊS;QUANDO É QUE ISSO IRÁ TERMINAR?A RUINA ARIANA?
SOUBE NA PASSADA NOITE QUE HOJE SERIA O MEU ULTIMO DIA NESTA VIDA.QUANDO ME DEITEI VI NITIDAMENTE TODOS OS MEUS ENTES QUERIDOS COMO SE TIVESSEM JUNTO A MIM.TODAS AS MINHAS MEMÓRIAS ASSALTARAM A MINHA MENTE,ENTAO PERCEBI-ME QUE O MEU DEVER ESTAVA FEITO.
TENHO SIDO UM BOM SOLDADO E UM GUERREIRO DESTEMIDO.MORREREI COM HONRA E JUNTAR-ME-EI AOS MEUS IRMAOS EM VALHALLA.
PELO SANGUE,SOLO E HONRA.PELA FÉ E PELA RAÇA.
PELO FUTURO DOS MEUS FILHOS.PELOS VERDES TÚMULOS DOS NOSSOS ANTEPASSADOS.”
ROBERT JAY MATHEWS
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
I.L.G.A.
“Não há nenhuma razão para impedir que um grupo de 3, 4 ou mais pessoas, adoptem uma criança! O que importa é o amor que temos para dar, e não os preconceitos instalados!”
Esta associação reconhece que, para já, em Portugal ainda é muito cedo para implementar este conceito. Seria necessário uma profunda remodelação, desde o Bilhete de Identidade que teria de ver aumentado o espaço para a Filiação, até à alteração dos gabinetes dos Directores de Turma, para que possam receber todos os pais e/ou mães de cada aluno.
“O meu maior sonho, seria eu mais os meus 4 parceiros, irmos registar o nosso filho recém-adoptado, todos juntinhos, em comboio a entrar pelo Registo Civil adentro! ” - Explicou José Panão, representante da I.L.G.A. em Portugal.
Um motivo de orgulho claramente! em resposta : 14 PALAVRAS fdp´s
O que não NOS destrói, torna-NOS mais fortes!
A perseguição de patriotas – principalmente Nacional Socialistas – está estávelmente a aumentar tanto na Alemanha como através dos outros países Arianos. A nossa resposta só pode ser: Ainda não começamos a lutar!
Cada acto de repressão endurece a nossa vontade de lutar, cada injustiça fortalece o nosso ódio contra os lacaios Judeus, cada campanha anti-Branca como a HoloBurla é difamação étnica contra toda a raça Branca. Tudo isto fortalece meramente a nossa determinação em lutar nesta cruzada contra o inimigo mundial até a solução final ser alcançada.
Quem defende a perseguição de Nacional Socialistas é um incendiário de cadeiras. Quem enche inocentes crianças Arianas com sentimentos perversos de auto-ódio comete violação espiritual e abuso infantil. Quem celebra o assassínio em massa de Dresden com um acto de "libertação" glorifica a violência. Quem força a "reeducação" perpetua a poluição intelectual. Quem promove a mistura racial sistemática de todo um país, ou de facto de todo um continente, participa num genocídio!
Nenhuma piedade relativamente a estes gangsters do sistema Judeu! (Nada de vigilantismo! Julgamentos justos e castigos justos!)
Esta imundice, contudo, tem um lado bom. Torna-nos mais fortes! Torna-nos impiedosos! Torna-nos fanáticos!
Também encoraja a solidariedade global, pan-Ariana que só poderá salvar a nossa raça! Iniciou com a Waffen-SS e continuou a desenvolver-se após a Segunda Guerra Mundial. Ao princípio era por uma Alemanha Maior e pelo pan-Germanismo. Hoje o Romance, os Anglo-Americanos e os povos Eslavos uniram-se. Tornamo-nos camaradas raciais e camaradas políticos, de facto camaradas de armas, unidos pela convicção que só o pró-natural, heróica visão global Nacional Socialista do nosso líder Adolf Hitler tem capacidade de dar aos lutadores da resistância Branca a força espirítual necessária para adquirir a vitória final.
A suástica possui ambas uma energia política e psicológica – até mesmo uma força espiritual – que já os nossos antepassados reconheceram à milénios. É por essa razão que está suprimida ou mesmo proibida pela sub-humanidade governante! Por isso devemos conscientemente e sensivelmente empregar esta arma.Se um inimigo teme uma arma, existe uma razão. Se um inimigo tem um receio especial de uma arma em particular, isso é especialmente significante. O inimigo possui um medo mortal do Nacional Socialismo, do maior filho da nossa raça Adolf Hitler e da sagrada suástica!
Nós Nacional Socialistas, por outro lado, não temos medo. Porque deviamos ter? Só se pode sentir nojo e repulsão perante tais criaturas. Não possuem nem a honra nem a dignidade de justificar um orgulhoso, másculo ódio.
Estamos convencidos:
O que não NOS destrói, torna-NOS mais fortes!
Retirado de: http://volksfrontportugal.blogspot.com/
domingo, 23 de dezembro de 2007
FORMAÇÃO IDEOLÓGICA DO SOLDADO POLÍTICO
Quem luta e é conhecedor da razão dessa luta, quem parte para o combate guiado pela doutrina que fundamenta a sua causa, esse, estará à partida mais forte no terreno. Não vacilará perante as dificuldades nem desviará os olhos do seu objectivo. É um vencedor em potência.
Por isso é de extrema importância que o Soldado Político nunca descure a sua formação ideológica. Ignorar este aspecto seria o mesmo que um combatente avançar sobre o inimigo desarmado.
Como poderá um camarada elucidar alguém sobre a luta que o Movimento trava contra este sistema podre e corrupto, se, à partida, ignora o porquê do combate ? Nunca poderá esquecer que, em princípio, estará a dialogar com pessoas que desconhecem tudo (ou quase tudo) sobre o Nacional Socialismo. Esses interlocutores devem (no mínimo) ser elucidados das razões da luta que se está a travar e das propostas do Movimento para solucionar a questão. Também poderá ter que explicar sucintamente o que é o Nacional Socialismo e qual a sua doutrina. E como fará ele isso se nunca se preocupou em estudar os fundamentos do Nacional Socialismo ou ignora a sua filosofia política ?
As pessoas querem saber. O Povo quer saber.
São décadas seguidas de um completo desconhecimento. E, tudo o que julga conhecer provém de mentiras, deturpações grosseiras criadas pelos inimigos do Nacional Socialismo, de todo um folclore imaginado pela propaganda sionista.
Para fazer frente a este atoleiro de mentiras que o sistema criou, contra a diabolização do Nacional Socialismo (porque os culpados dos nossos infortúnios temem-nos, pois sabem que somos, como única esperança do Povo e que se o mesmo nos escutar, cedo ou tarde, abrirá os olhos) há que fazer um grande esforço para levar a Verdade à Nação.
É portanto um dever do Soldado Político estudar o máximo que puder sobre os fundamentos do Nacional Socialismo. Deve ser conhecedor da sua História, dos seus objectivos, das suas propostas.
Por exemplo, numa acção de rua. Quem nela participa deve saber explicar, quando questionado sobre isso, o porquê dessa acção, o que se pretende chamar à atenção e, principalmente aquilo que se pretende que seja feito para resolução do problema que motivou essa actividade.
Para bem do Movimento, para que ele não caia em descrédito, não nos podemos dar ao luxo de ver camaradas balbuciar palavras desconexas, nem ter um discurso incoerente, quantas vezes ignorante em relação àquilo em que lhe pedem que esclareça. Quem nos veja, quem nos ouça, tem que ficar com uma imagem, impressa na sua mente e no seu coração, de que SOMOS A SOLUÇÃO, QUE TEMOS A RESPOSTA PARA O QUE ESTÁ A DESTRUIR A PÁTRIA. Enfim, que passe a mensagem de que sabemos bem aquilo que queremos e que avançamos, com convicção e determinação, nos caminhos que nos é mister trilhar.
É uma verdade que a teoria sem prática não passa de um monte de ideias estagnadas e improdutivas. Mas também é verdade que não há qualquer prática que possa prevalecer quando não fundamentada em bases ideológicas coerentes.
O esforço investido no conhecimento é importantíssimo. Com ele o Soldado Político está equipado com um armamento indispensável para vencer a guerra.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Força nacionalistas!
Este texto leva-nos ao dia 18 de Abril de 2007, é irónico, pois dias depois era a comemoração do “dia da liberdade”, mas neste dia tivemos tudo menos liberdade eu e cerca de mais 60 pessoas com os ideias que eles chama extremistas, fascistas, racistas e outras palavras acabadas em “istas. Pelas 7 da manha deste dia tocaram á porta de minha casa, eram 3 agentes da policia judiciaria, rapidamente me apresentaram o mandado de busca e apreensão, enquanto me vestia viraram o meu quarto de “patas para o ar” como se diz na gíria, foram apreendidos objectos como, casacos, t-shirts, CDs, o meu computador pessoas, vários livros, revistas e recortes de jornais, fui depois levado até ao DCCB onde permaneci até ao final da tarde, depois de ter sido feito um inventário dos meus objectos, desloquei-me então de volta a casa onde me esperavam umas arrumações.
Fica por aqui a historia desse dia, pois o meu objectivo não e contar o que se passou, mas porque se passou, porque fomos todos nós vítimas deste acto de perseguição? Pois bem o que acontece quando um comboio viaja a grande velocidade, sem travões e é preciso para-lo? Constrói-se uma barreira para que ele choque e pare, esta perseguição funcionou de maneira directa para os envolvidos e de maneira indirecta para todos os nacionalistas, basicamente a palavra do sistema era “Não brinquem connosco!”, porque eles sabem do poder que o PNR atingiu, porque eles viram que os nacionalistas estavam na rua! Esta perseguição foi uma tentativa de tira-los de lá, foi uma tentativa para que a verdade não chegue ao povo, quiseram meter medo aos nacionalistas, faze-los abandonar o barco do nacionalismo que persiste em não ir ao fundo no mar de mentiras do sistema! Agora falo por mim e por muitos, nós não temos medo nenhum! Prefiro morrer a cruzar os braços e ficar a ver este sistema podre e corrupto a destruir a obra dos meus antepassados, o meu belo país, tudo vale contra nós, manipulação de leis, prisões ilegais e perseguições políticas. Esse dia mudou a vida de muita gente, parte dos nossos pertences continuam sem ser devolvidos, um grande numero de nacionalistas é acusado de vários crimes, uns em prisão domiciliaria outros com apresentações periódicas, e um de nós está preso. Uma das prioridades do sistema é parar-nos, prova disso é que meses depois desta operação, aconteceu outra, desta vez o alvo eram os pedófilos, mas nós fomos “atacados” antes, quer isto dizer que os nacionalistas são alvo prioritário, ainda mais prioritário que “aquelas criaturas”, pois não tem outro nome senão esse, que tiram partido sexual das crianças, que conspurcam a beleza e inocência dos nossos filhos, esses que raptam as crianças abusam delas e vendem-nas num mercado especializado. Pensado no que eles fazem e vendo os grandes monstros que são, deveria sentir-me um monstro maior, porque aos olhos do sistema sou prioritário de abater que esses “porcos”.
Passados estes acontecimentos e pensando em todos os meus camaradas que lutam pelo mesmo que eu apesar das adversidades, tenho um enorme respeito e apreço por todos vós e eu inclusive no jeito de orgulho, do que sou e dou que penso, um grande abraço para todos, que mantenham a força que sempre tiveram e esperemos que melhores tempos venham.
FORÇA NACIONALISTAS!
