Os nomes referidos foram alterados para proteger a integridade dos seus trabalhos e o bem-estar das suas famílias, com excepção dos Hammerskins que já saíram. O actual estilo de vida de alguns destes pode ser bem diferente, mas isso não muda o seu papel no passado dos Hammerskins. Assim, o elenco de "personagens" é bastante colorido: alguns são traidores, outro é empregado da IBM (ainda poder branco), outro é membro de uma banda hardcore da costa-este, outros ainda se dedicam aos skinheads mas ficaram decepcionados algures no passado, e sim, outros ainda continuam activos na HammerSkin Nation. Muitos ajudaram-nos imenso e estamos agradecidos, muitos dificultaram a nossa progressão e estamos contentes por se terem ido embora. O maior lamento (para alguns) é a perda dos elementos verdadeiramente dedicados que saíram por causa das acções e estupidez de outros. Portanto, isto é a História dos Hammerskins, a forma como são lembrados ( e não a forma como se pretendia, necessariamente).
A presença skinhead em Dallas foi documentada pela primeira vez em 1979. Como outras cidades, nos EUA, foi um desdobramento da cena punk. Os números eram muito pequenos no inicio dos anos 80, mas por volta de 1984 deu-se o inicio da "plantação das sementes" para uma grande explosão skinhead. Entre 1984 e 1987 a cena skinhead, em Dallas, atingiu o seu pico, mas faltava uma direcção politica. Com algumas excepções, os skinheads na zona sempre estiveram orientados para o White Power. Felizmente, nunca houve ska, scooter, ou mod nos anos 80 mas havia uma pequena "população" de skins anti-racistas e punks conhecidos como DSB (dumb skater boys). Portanto, não havia muita oposição. Muitos tinham crescido como skins e ocuparam-se a tentar criar algo mais dinâmico, centrado, de grupo. Em 1987,quando a cena skin começava a decair, alguns skinheads ficaram juntos e decidiram tentar fazer a diferença. Tinham o grupo, só precisavam de um nome. Muitas ideias foram atiradas para cima da mesa, muitos não eram cativantes, por fim Confederate Hammer Skins foi o nome escolhido. Eles eram do Sul, por isso utilizavam a Rebel Flag com os Martelos a marchar na frente, como símbolo de força, orgulho e solidariedade. Aparentemente foi uma decisão acertada. Mal sabiam eles que estaria a despontar aquilo que é hoje a Hammerskin, espalhada por todo o Mundo. Com isso, o primeiro capitulo da Hammerskin tinha nascido. John e Jennifer Johnson, Paul Langly foram fundadores, e Ron Strumming e Jamey Reece como membros mais antigos. Emergindo oficialmente em Janeiro de 1988, CHS (como eram conhecidos) destinada a servir de padrão entre os skinheads dos EUA. O consumo de drogas entre os skinheads, nesses dias, atingia números galopantes e muitos grupos skinheads eram estranhos e confusos. Os Hammerskins queriam mostrar às pessoas do meio que havia uma maneira melhor, uma maneira que iria promover as 14 palavras.
No inicio de 1988 os Hammerskins estavam a receber uma grande exposição isso fez com que o seu nome se torna-se bastante conhecido. Os Hammers iriam ter marchas em Pulaski, Tennessee, no famigerado Sedition Trials no Ft. Smith, Arkansas, e viagens para outras cidades no Sul que levou a contactos com muitos outros skinheads. Os Hammers tinham feito fortes laços no passado noutros grupos, no Norte, como por exemplo com o C.A.S.H., Chicago Area Skin Heads, D.A.S.H. , Detroit Area Skin Heads e os WAR skins (entre outros) e eles não serão esquecidos devido ao papel que desempenharam na expansão dos Hammerskins. Alguns desses contactos aguentaram-se ao longo do tempo, outros revelaram-se desastrosos. Portanto, os Hammers procuravam os velhos amigos e espalhavam a boa nova: Hammer Skins, "Vamos juntar as nossas forças e criar impacto!" O comboio ia a alta velocidade e as pessoas iam aparecendo de todos os lados. Sinceramente, as coisas foram acontecendo muito depressa. A CHS, em Dallas, estava a fazer noticia nas principais manchetes de jornais nacionais e tinha muitos outros grupos expressando o seu interesse em juntar-se. Estes foram impressionantes ganhos nas primeiras fases.
No verão de 1988, skinheads em Oklahoma City e Tulsa, Oklahoma; Waco, Texas; e Memphis, Tennessee, tornaram-se parte do fenómeno CHS. Não foi logo simultaneamente, mas não muito tempo depois os Hammerskins começaram o seu grande crescimento. Após isto, Paul Langly vai para o Norte, para Detroit. O seu trabalho parecia oferecer uma boa oportunidade para fortalecer os laços com algumas cidades do Norte. Grupos fortes como os C.A.S.H., D.A.S.H., S.H.A.M. e W.A.S.H. já existiam e os nomes podem ser memoráveis para algumas pessoas do meio. Os CHS floresceram e NHS foi a proxima região a ser fundada, com Detroit a ser a primeira cidade a representar os Hammerskins na NHS. Na mesma altura da primeira Aryan Fest, em Oklahoma, os skinheads do Norte estavam a ter a sua própria festa. Foi a Skinfest em Milwaukee, Wisconson, e skinheads de todos os grupos a Norte estiveram representados. The Skinhead Army of Milwaukee foi o proximo grupo a juntar-se à NHS. Scott e Randy Chandley foram responsáveis pelo crescimento do grupo e contribuiram muito para o crescimento da NHS. Naqueles dias, toda a gente estava em movimento. Dean Messler, um dos mais antigos amigos dos Hammerskins, tinha-se mudado recentemente para Chicago e não demorou muito para que Chicago se junta-se aos Hammerskins, à crescente lista de capitulos da NHS. Ohio seria a proxima com Karl Faylow a trabalhar para promover os Hammerskins. Sim, o verão de 1988 foi uma grande altura no desenvolvimento dos Hammerskins. 1988 foi também um dos anos mais violentos da História Americana (88, foi o verão do odio!). Olhando para trás, parecia que as Aryan Fests, promovidas por Greg Joseph, eram sempre um importante ponto para reunir com skinheads ansiosos para ajudar e participar.
Depois da Aryan Fest de 88, o capitulo de Springfield, Missouri, foi fundado. Naquela altura, Missouri era CHS mas agora estava numa nova região das Midland, MHS. Mais ou menos na mesma altura, Willy Patrice foi para Portland, Oregon. Embora exista hoje um capitulo em Portland, o capitulo original (que começou com o Willy) está agora defunto. Passavam-se muitas coisas em casa, em Dallas, e se ter uma organização a nivel Nacional parecia algo inacreditavel, mas tinha acontecido, ter uma organização a nivel mundial tornou-se rapidamente um objectivo. A presença dos Hammerskins foi-se tornando forimidavel. Outro contacto foi feito em Agosto de 88. Desta vez os Hammerskins seriam levados à costa Este, à cidade de Portland, Maine. Nessa altura esse capitulo não era conhecido como EHS.
De volta a Dallas, o membro fundador John Johnson, foi detido devido a uma acusação de Aggravated Assault. Isto seria uma preparação para os tempos duros que ai viriam. Nos ultimos meses de 1988 apareceria um novo capitulo da Hammerskin em Hollister, Northern California. Eles utilizaram o nome CHS porque na altura ainda não havia WHS. Este capitulo surgiu apartir de contactos feitos com os skins da WAR quando Paul Langly se encontrou com eles no programa da Oprah Winfrey, em Chicago, em 1987. No final de 1988 os Hammerskins já existiam em ambas as costas (Este e Oeste) bem como com uma presença constante a Norte e a Sul.
O proximo grande evento, no inicio de 1989, foi a Aryan Woodstock a acontecer em Napa, California. Posteriormente apelidado “Aryan Wood-Flop”, foi um completo desastre devido à chuva e à pressão da ZOG local. Os capitulos CHS e NHS foram capazes de fazer contactos com o sul da California. Em Dallas as coisas não corriam tão bem. Um Grande Juri Federal foi convocado para investigar as acções dos skinheads em Dallas desde o seu aparecimento. A liderar o grupo de investigadores estava a Procurador Barry Kowalski, que perseguiu e acusou Bruce Pierce of the Order. Com isso, o caso ganhou atenção a nivel Nacional. Foi realizada um conferência de imprensa com o U.S Attorney General Dick Thornburgh e o Presidente George Bush (Pai). Esta investigação, por todos os meios, iria acabar com um "julgamento espectaculo". John Johnson, já cumprindo pena, seria o alvo principal da investigação. Entretanto, em Milwaukee, Paul Langly e Scott Chandley tinham sido condenados por causa de um tiroteio com um grupo de ladrões chamado Latin Kings que andavam a rondar as suas casas; apenas pelo simples facto de serem skinheads. Com pouco mais de um ano de existência os Hammerskins já estavam a sentir a ira da maquina ZOG. Quanto a aspectos positivos, a Aryan Fest de 1989 estava-se a aproximar e seria um dos melhores eventos de sempre na história dos skinheads americanos, e mais uma grande oportunidade de fortalecer os laços entre todos os skinheads da Nação.
Os Hammerskins estavam a começar a ter muito boas bandas nas suas fileiras: Midtown Boot Boys, Haken Kreuz, One Way, and the Bully Boys. Algures durante a Aryan Fest de 89 o pessoal do Bound For Glory juntou-se aos Hammerskins e St.Paul, Minnesota, tornou-se parte da grande dinâmica Hammerskin que corria todo o País. No Sul, um skinheads de Memphis, Tennessee, de seu nome Henry Henderson, estava a fazer o seu melhor para promover o nome dos Hammerskins. Ele trouxe skinheads de todo o Tennessee para dentro do "campo", bem como, grupos de Birmingham, Alabama, e Atlanta, Georgia. "Eu não posso ajudar mas sinto que somos os seus piores inimigos de todos os tempos" disse Jennifer Johnson mais tarde, porque em finais de 89 os Hammerskins já tinham sofrido diversos ataques. Rumores, boatos e falar nas costas já era norma, nenhum Hammer estava imune a qualquer delas. E a exposição que tinha facilitado o seu crescimento estava agora a virar-se contra os Hammerskins. "Eu acredito que muito do nosso crescimento , foi feito graças a imensa publicidade que tivemos no inicio" iriam comentar Jennifer. A amizade com Tom Metzger, na epoca, levou a uma grande exposição no jornal da WAR e nos videos da Aryan Fest, estes dois falam por si e demonstram os grandes niveis de exposição que tinham os Hammerskins. Revistas como a Blood and Honor, Pure Impact, Final War, e numerosas outras, estavam a promover a existência dos Hammerskins. A maquina media comandada pelos ZOG também andava atrás dos Hammerskins. Pedidos de entrevistas em programas de televisão, como 60 Minutes, 20/20, entre outros, sucediam-se. A exposição tinha-se tornado uma espada de dois gumes, ajudando a crescer a Hammerskin mas por outro lado tornado-os um alvo dos serviços de aplicação da lei. Nessa altura, as pessoas ou nos adoravam ou nos odiavam. Eles tinham toda a atenção desnecessária e os Hammers tiveram que aprender a lição pelo mais arduo caminho.
No Outono de 1989, a ZOG continuou a sua campanha contra os Hammers em Dallas. Foram feitas as acusações, que culminaram com a condenação de 5 membros da CHS em Dallas por "conspiração para violar os direitos civis de pretos e judeus" e com uma carga armada. *Daniel Woods, um dos 5 condenados, recebeu a sentença mais dura. Foi justiça poética, como ele também era informador do FBI, aliás ele deu-lhes muita informação. As sentenças variaram entre 4 anos e meio até 9 anos e meio. Estes homens: Fritz Reer, Daniel Corley, Matt Florence e John Johnson estão todos livres agora e são ávidos racialistas. Depois dos "Julgamentos Espectaculo de Dallas", o FBI ainda queria mais sangue e avançou para mais acusações similares em Tulsa, Oklahoma. *Chris e *Rip, dos Midtown Boot Boys, foram apanhados nesta caça às bruxas, bem como, Furley Hyme e outra vez Matt Florence (que já tinha sido condenado em Dallas). Desde então várias pessoas foram presas enquanto os Hammers tinham que se ficar mesmo vendo os seus amigos e irmãos assassinados e os assassinos a sairem em liberdade! Andy Anderson, Matthew Matrix, Johnny Freed, e os citados acima são/foram figuras de proa da HSN e são apenas alguns nomes das centenas dos que estiveram ou estão a cumprir penas de prisão. A lista de martires da Hammerskin cresce a um ritmo rapido e chocante: Norm Hilliard, Brian Koesel, Eric Banks e Joe Rowan são apenas alguns nomes da crescente lista. A lista de vitimas não terminou ai, os Hammers sofreram a perda de irmãos e irmãs de todas as formas, desde cancro até suicidio. Isto é o que temos que enfrentar diariamente, esta é a realidade das nossas vidas e as circunstâncias infelizes para aqueles de nós que amam a sua Raça e a querem presevar.
Os Hammerskins foram aprendendo com o que se passava com eles ao longo do tempo, para isso não há livro de instruções a seguir. Algures em finais de 89, ou inicios de 1990, um skinhead de nome Anthony Rito, de Memphis, Tennessee, voltou para sua casa em Tom`s River, New Jersey. Lá ele formou um capitulo da Eastern Hammer Skin. Por volta da mesma altura um par de skinheads, de nomes Clancy Michles e Jave Barmontzon (da revista Fire and Ice), formaram um capitulo na sua cidade Freehold, New Jersey. Nessa altura, o capitulo de Portland, Maine, já tinha sido dissolvido, assim, estes foram os dois primeiros capitulos a ficar debaixo do titulo da EHS. No Oeste, durante essa mesma altura, um grupo de skinheads em Phoenix, Arizona, estabelecem-se como AHS, Arizona Hammer Skins. Não demorou muito tempo para que a Southern California fica-se também debaixo do simbolo da HS. Com a junção de dois capitulos surgiu a WHS, Western Hammer Skins. A encabeçar os dois capitulos estavam Jason Crowning e Peter Altmann, ambos tinham sido vitimas de um grande ataque feito por pretos e ladrões Mexicanos em Outubro de 89. Eles, assim como outro skinhead, foram baleados pelas costas resultando em ferimentos graves. A espinal medula do Peter ficou gravemente lesionada e até hoje permanece paralisado, andando numa cadeira de rodas.
No inicio de 1990 começou o Rocky Mountain Hammerskins e outra Aryan Fest em Oklahoma estava a caminho. Joe Rowan envolveu-se com a EHS em meados dos anos 90, trazendo para Newtown, Pennsylvania, um novo capitulo, juntamente com Tim Brie de Baltimore, Maryland. A EHS foi-se tornando uma unidade coesa e a WHS estava a ganhar forma. Pouco tempo depois da Aryan Fest de 90, Lyle Utley, que encabeçava a NHS na altura, voltou para o Texas. Foi nesta altura que Ed, dos BFG fame, passou a encabeçar a NHS. A tragedia continuou com o assassinato de um Hammer de Milwaukee, Brian Koesel. Muito se tinha passado desde o inicio até agora, o trabalho no terreno tinha sido feito nos primeiros dois anos e meio, e os Hammerskins eram agora uma Organização Nacional em pleno funcionamento. As pessoas foram vindo e foram passando mas as principais cidades sempre estiveram "cobertas".
Um dos pontos mais memoraveis da história da HSN foi o inicio da Hammerskins na Europa, sob o olhar atento de Ed da NHS. Embora a data exacta dessa nova rota intercontinental para os Hammerskins seja um pouco nebulosa, através de correspondência antiga, acredita-se que tera sido em inicios de 1991. Os primeiros dois capitulos foram na Suiça e na Irlanda do Norte. Pouco depois veio a Alemanha, França seguidos da Republica Checa, embora hoje em dia não seja um capitulo. Mas não iria ser o fim. Cedo, iriam-se juntar a Inglaterra, Italia, Espanha e os Países Baixos, embora hoje, infelizmente já não seja um capitulo. Até 1993 a Hammerskin Nation iria ter também nas suas fileiras a Australia. Com esta trazendo *Scott, dos Fortress fame, juntamente para a "corrida". O Canada também não iria ficar isento, começando com Montreal, os skinheads Canadianos foram bem-vindos na NHS. Várias cidades Canadianas iriam representar também os Hammerskins com Winnipeg, Ottawa e Surrey, British Columbia. Isto foi o inicio daquilo que é hoje a VHS, Vinland Hammer Skins. Embora, hoje, a VHS está estagnada em termos de numeros e cidades.
De volta aos bons velhos EU da America, a taxa de crescimento dos Hammerskins estava a descer substâncialmente, embora muito bons espectaculos estivessem a ser promovidos pelos Hammerskins e a participação de Hammers em comícios era impressionante. 1993 ia trazer outra tragedia. Em Portland, Oregon, Eric Banks, o antigo vocalista da BFG, foi baleado e morto por escumalha SHARP. Uma nuvem negra pairava agora sobre o novo ano. A Hammerskin tornou-se mais retrospectiva e as metas foram alteradas. Os numeros já não eram tão importantes, nunca deveriam ter sido, e reforçar os Hammerskins tinha-se tornado uma nova prioridade. Novos capitulos não se iam formando à mesma velocidade como até aqui. O proximo grupo a entrar para esta crescente familia foi um grupo de Jacksonville, Florida, que foi bem acolhido, em 1993. Eles estavam com os Hammerskins desde 1991 de uma maneira "não-oficial". Antes disso, apenas um par de skinheads de Tallahassee tinha sido aceite, não havia capitulos Hammerskin na Florida. *Dave Lynch, da American Front, tinha tentado um capitulo na Florida, mas esse grupo NUNCA foi legítimo. Mas este não seria o ultimo desse genero, capitulos renegados operam do Mid-west abrangendo o mundo para a Russia e Servia. Os grupos renegados continuam a ser um espinho para nós. Alguns simplesmente não conseguem aceitar um "não" ou uma dispensa dos Hammerskins. Os Hammerskins são muitas vezes imitados, mas nunca replicados. Cuidado com os impostores!
O proximo evento de grande importância foi a formação da "Hammerskin Nation" no verão de 1994. O conceito era acabar com os titulos regionais: CHS, NHS, EHS e WHS juntamente com a variedade de patches, e unir todos os titulos sob uma bandeira Hammerskin comum. Estava na altura de acabar com as divisões existentes. Estava na altura dos Hammerskins representarem um nome juntos, estava na altura de se tornarem um: uma Nação, a Hammer Skin Nation!
No final de 94, os Hammerskins foram marcados por mais uma perda e pela tragedia, Joe Rowan. Depois de um concerto de apelo à memoria, em Racine, Wisconsin, um preto selvagem matou o Joe numa loja de conveniência. Joe foi vocalista da Nordic Thunder e membro da EHS. A tragedia da morte do Joe não se limita à brutalidade do crime, já para não falar no criminoso selvagem que cometeu o crime, mas que aconteceu numa reunião memorial em honra de uma lenda que causou impacto em todos os White Power, e na perseverança da nossa raça, Ian Stuart. Tantas pessoas reunidas para relembrar um Heroi caído, e de seguida, na mesma noite de luto pela morte de um irmão e amigo. A HSN ficará sempre perturbada com a perda de um irmão e nunca deve esquecer o seu derradeiro sacrificio, ou ter como garantido os nossos irmãos de hoje, porque eles podem não estar lá amanhã.
Dos meados até ao fim dos anos 90 foi tempo para reparar as perdas dos Hammerskins. A Hammerskin Nation tornou-se muito mais avançada tecnologicamente e auto-suficiente. A HSN promoveu muito bons espectaculos, nos estados, e colocou cá para fora um grande número de publicações, assim como operava em web sites e criava editoras de musica. Muitos também criaram os seus proprios negocios não relacionados com o movimento desde empresas de ar condicionado até tattoo shops. Alguns Hammer Skins na Europa têm desde negocios de vestuário skinhead até posições de topo em empresas. A Hammer Skin Nation aposta agora numa politica se qualidade em vez de quantidade, que é praticada e não apenas pregada. Aqueles anos não passaram sem que houvesse ofensas ou danos. A perda de Erich Schmidt e o encarceramento de Charles Randson devido a uma falsa tentativa de homicidio, são o exemplo de alguns desses danos e perdas. A acusação mais tarde havia de cair e Charles Randson seria solto após 6 meses.
1998 trouxe um novo capitulo em Wichita, Kansas, e novamente navegando ao longo dos mares, com a Nova Zelândia. No entanto 98 seria um ano novamente marcado pela tragedia. Com a perda de Paul (Harvey) Harbinson, do capitulo Norte Irlandês do Ulster, devido a ferimentos sofridos numa luta. Foi um ano para "retirar as gorduras" do bife que era a HSN. Acabando com os casos que minavam a integridade da HSN e focando-se nos "ideais originais" dos Hammerskins. Com a dispensa de alguns vieram os inevitaveis abandonos. A HSN sofreu grandes perdas como por exemplo alguns dos seus capitulos na Florida. Bem como a renegação do capitulo dos “Outlaw Hammerskins“ no mid-west. É lamentável que estas coisas aconteçam, mas “we are as strong as our weakest link“, e os Hammerskins devem proteger o bem-estar da sua Nação, a todo o custo. As organizações radicais certas vezes atraem mentes instáveis e hoje em dia com o sistema opressivo Sionista pairando ameaçadoramente sobre eles, com o seu olhar sempre atento, a HSN tem que ser muito cuidadosa. Em retrospectiva, muitas das pessoas que caíram de paraquedas, nunca souberam muito bem daquilo que faziam parte.
1999 trouxe os peparativos para a Conferência/Encontro Nacional dos E.U.A. seguida de um concerto, e que grande sucesso entre o publico iria fazer. Mais tarde ia passar a ser chamada Hammerfest. Isto foi uma grande movimentação para alguns e deixou outros com um novo sentido de irmandade. Foi positivo porque serviu para colocar em marcha um movimento cheio de força e motivação que parecia imparável. As regiões foram restabelecidas depois de algum tempo num hiato e provou ser em boa altura. Os limites regionais foram redesenhados para abrir caminho para uma nova região, a MHS, Midland Hammer Skins. Este foi o ano de revisão e de dar um passo para uma nova linha de actuação dos Bully Boys, a melhor e mais representativa banda da Hammer Skin Nation. Juntamente com os Bully Boys a representar a HSN na Hammerfest daquele ano, estavam: Max Resist, Dying Breed, e Midtown Boot Boys, apenas para nomear alguns. Mas mais uma vez, esse ano não passaria sem que houvesse novas perdas. Guy Asper, da NHS, e Jon Walker, da MHS, sucumbiram ao cancro. Ambos deixaram para trás mulheres e filhos.
2000, o novo milenio para a Hammer Skin Nation não trouxe problemas de maior. Com o sucesso da Hammerfest de 1999, ocorriam os preparativos para uma maior e melhor festa. E que na verdade foi! Com a presença de Brutal Attack, BullyBoys, Bound for Glory, Celtic Warrior, e muitos mais, foi o concerto mais concorrido da História da America. 2001 e 2002 também passaram calmamente, para além da continuação do sucesso das marchas e comicios por toda a America. Começaram protestos junto à Casa Branca, em Washington DC, pelo seu apoio a Israel. Uma marcha patrocinada pela EHS também participou nos protestos. Houve um pequeno ataque de escumalha anti-racista ao autocarro que transportava a banda Max Resist. Com a surpreendente detenção dos SHARP tivemos oportunidade de ver aplicada a "lei dos crimes de ódio" nesses individuos. Mas em vão, pois eles escaparam sem qualquer condenação. Na primeira parte de 2002, num outro comicio na Pennsylvania, uma horde de escumalha SHARP atacou um membro, *Rick da EHS, que abandonava o comicio no seu camião. Apesar de terem provocado esta altercação, eles conseguiram escapar de alguns crimes, porque o Rick para conseguir escapar daquela escumalha imunda e enraivecida, acabou por cortar alguns anti-racistas. Acabando, por passar ele dois anos na prisão. Para além da prisão do Rick outra perda veio, Griff, da England BHS, faleceu. Numa perspectiva mais positiva, em 2002 houve a primeira Hammerfest na Europa com mais de 1500 pessoas presentes, apesar das chuvadas fortes.
Nos ultimos anos a HSN tem-se focado em trabalhar para um melhor futuro dos Hammerskins, e para os futuros Hammerskins, para o futuro da Hammer Skin Nation. A HSN continua a ganhar novas caras, e a perder algumas das antigas, mas a continuidade da Hammer Skin Nation está garantida. O proposito da HSN é dar condições ímpares, em termos mentais e fisicos, para que haja um elo comum, objectivos comuns entre os homens brancos para puderem trabalhar juntos na preservação da raça, numa atmosfera positiva de irmandade. Vamos continuar a servir de bom padrão de vida entre os skinheads por mais 20 anos, com a organização mundial mais antiga e liderante da elite skinhead: a Hammer Skin Nation!
Via: Hammerskin Nation
sábado, 5 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Discurso de Adolf Hitler para o povo alemão no ano novo de 1943
No Ano novo de 1943, o discurso de Adolf Hitler é um apelo e elogio ao povo alemão sobre a renovação do esforço nacional durante a Guerra e uma confraternização da e pela indispensável unidade.
ADOLF HITLER
A ALEMANHA EM GUERRA
Pela Quarta vez o destino me obriga a dirigir, durante a guerra, o apelo do Novo Ano ao povo alemão. Durante estes quatro anos, o povo alemão compreendeu claramente que se trata realmente da sua existência ou da sua perda na luta que, como tantas vezes já, no decurso da história alemã, nos foi imposta pelos nossos rapaces inimigos.
Quando nos séculos passados, as disputas dinásticas encheram o mundo com o seu estrépito guerreiro, os resultados de semelhantes lutas eram, no fundo, mais modestos nos seus efeitos, tanto para os vencedores como para os vencidos. Contudo, depois duma decadência que durou séculos, o nosso 1º Império alemão via o seu povo decair da sua posição outrora altaneira na Europa; decadência essa causada pelo amolecimento interior e impotência que se seguiu, até que voltou a ser por muito tempo o fertilizador cultural do resto do mundo.
Milhões inumeráveis de alemães foram forçados a deixar a sua Pátria para procurarem subsistências. Foram esses precisamente que contribuíram inconscientemente para edificar esse continente que actualmente tenta, pela Segunda vez, pôr a Europa a fogo e sangue.
O povo que, na sua inexperiência política e sob a pressão da necessidade material, teve de refugiar-se mais e mais no mundo das ideias para se tornar, finalmente, a nação dos poetas e dos pensadores, era aos olhos do resto do mundo um fenómeno tão agradável como a Itália povoada de ruínas românticas, dilacerada políticamente e materialmente reduzida à mendicidade. Mas desde que o Estado prussiano cessou de não ser senão a espada das potências estrangeiras e se preparou, guiado por espíritos esclarecidos, para unir, conforme a sua verdadeira missão, o povo alemão, os gozadores da situação antiga começaram a odiar o novo Reich e a assolar o seu território com guerras, que se sucediam com intervalos cada vez mais próximos. Quanto mais oportunos para esse fim eram os argumentos invocados, mais mentirosos eram.
Outrora a França feudal lutara contra o Reich alemão, dirigido pela Casa de Habsburgo; mais tarde a França burguesa conduz as suas guerras contra a Alemanha, agrupada sob a Prússia. E a França de 1939 voltou a declarar guerra ao Reich, que desta vez não era do Kaiser, mas sim um Estado Nacional-Socialista.
A Inglaterra combateu primeiro a monarquia constitucional e parlamentar, agora excita contra o Estado popular alemão, as nações. A América, que em 1917 se juntou à Inglaterra para fazer a guerra contra a Alemanha de Guilherme II, foi a provocadora da actual guerra contra a Alemanha do ressurgimento socialista. A Rússia arrastou outrora a Europa monarquista para a guerra. Agora, preparou a sua guerra mundial sob a bandeira dos Estados bolchevistas, com o auxílio dos países capitalistas, contra a Europa e a Alemanha socialista.
Que importa os motivos que aleguem para explicar todas estas guerras se a razão profunda foi sempre o ódio contra um Império alemão poderoso, agindo como potência protectora da Europa central, e a recusa para concederem o direito de vida aos povos alemão e italiano?
O FÜHRER RELEMBRA AS SUAS PALAVRAS AO INICIAR A GUERRA
No fundo um interesse puramente capitalista, porque todos os homens do Estado são defensores das acções de armamento dos seus países. Do sangue dos mercenários contratados por eles e do sangue dos seus próprios soldados nascem os dividendos. Nada mais natural que à frente de todos os países esteja a potência que mantêm afastada de toda a moral humana e que vê no oiro a única razão de existir; a grande vencedora de todas as disputas é ao mesmo tempo a maior organizadora das guerras: tem sido o judaísmo internacional que sempre tem excitado ou provocado a divisão entre os homens e os povos.
Durante a guerra mundial de 1914-1918, esta coligação internacional de banqueiros e os seus cúmplices judeus conseguiram envolver o povo alemão nas nuvens das suas frases e cegá-lo contra o perigo ameaçador. Quando o povo alemão, enfraquecido pela revolução, depôs as armas, as pessoas simples, fiando-se nas promessas do seu inimigo sem carácter, cuidaram que podiam esperar uma paz na justiça, a reconciliação e o entendimento.
O nome dum presidente dos Estados Unidos da América está desde então ligado para sempre à maior trapaça da história do mundo: Wilson conseguindo com os seus 14 pontos corromper na sua atitude espiritual o povo alemão, que não conhecera a derrota no campo de batalha, para em seguida o aniquilar, imunizou para sempre a nação alemã contra a repetição de tais tentativas. Desde então a palavra de um presidente dos Estados Unidos da América já não tem na Alemanha senão o o mesmo valor que nos Estados Unidos se lhe atribui.
Mesmo sem isto o povo alemão já não é o mesmo povo alemão de 1914-1918. Do antigo Estado de classes, burguês e capitalista, nasceu um Estado nacional do povo. Se eu mesmo recebi as bases para as minhas ideias Nacionais-Socialistas da experiência da frente como soldado da guerra mundial, a Segunda guerra mundial que actualmente assola o mundo como acontecimento único na história, não é senão uma confirmação destas ideias.
É por isso que o povo alemão não se afastará, no decorrer desta luta, do seu ideal Nacional-Socialista, mas pelo contrário a ele se agarrará cada vez mais.
A antiga ordem social envelhecida desloca-se rapidamente. Não pode haver dúvida de que no fim desta luta o Estado Nacional-Socialista permanecerá na Europa como um bloco indestrutível e inamovível. Mas ninguém deve Ter ilusões: este Estado conduzirá a luta pela existência do nossos povo com uma energia totalmente diferente da antiga Alemanha.
Se eu já declarei, no dia 1 de Setembro de 1939, perante o Reichstag alemão, que suceda o que suceder, nem o tempo, nem a força das armas poderiam quebrar o Estado actual, cada alemão sabe já agora que a verdade desta profecia não pode ser posta em dúvida. E se eu asseguro além disso que a esperança do judaísmo internacional de poder aniquilar com uma nova guerra mundial o povo alemão, ou outros povos europeus, é o maior erro do judaísmo desde há milhares de anos e que não será certamente o povo alemão que será destruído, não resta dúvidas de que quem será exterminado será o judaísmo.
Desta vez não enviaremos nem sacrificaremos milhões de homens honrados, no campo de batalha por culpa duma raça maldita para que o judaísmo internacional faça negócios ou possa dar livre curso ao seu ódio, que data do Antigo Testamento e isso sem incorrer em nenhuma punição.
A melhor prova de que esta raça é a principal culpada desta guerra, pode ser dada pelo facto da ligação de contradições, aparentemente contraditórias, na lata contra os Estados nacionais europeus.
A aliança entre os Estados essencialmente capitalistas do ocidente, ou melhor ainda, entre a América e o regime fantasma socialista mentiroso do bolchevismo, não se compreende senão pelo facto da direcção nos dois casos se encontrarem entre as mãos do judaísmo internacional, mesmo quando as personagens que o representam o pareçam contradizer. Contudo o «trust» espiritual judaico de Roosevelt, a imprensa judaica da América, a rádio judaica destes países, a organização judaica dos partidos, etc., tudo isto não é outra coisa senão a direcção judaica da União dos Sovietes.
Logo que nos Estados os verdadeiros interesses nacionais começam apenas a movimentar-se, imediatamente se fazem sentir as mais vivas objecções à sua maneira de proceder, e sobretudo na fixação dos objectivos da própria guerra.
E isto vai tão longe que a arte do assassínio político, tão desenvolvida pela Inteligence-Service serve como último meio quando não se pode encontrar caminho para eliminar as divergências.
OS DOIS PONTOS DE VISTA DO ESTADO NACIONAL-SOCIALISTA
A posição do Estado Nacional-Socialista nesta luta, que é a mais gigantesca da história mundial, é ditada por dois pontos de vista. Primeiro: Nada fizemos na França, nem na Inglaterra, nem ainda na América, nada exigimos destes países que tivesse podido motivar esta guerra.
Mais ainda: cada proposta de paz, durante esta guerra, foi bruscamente repelida pelos criminosos de guerras internacionais e interpretada como uma fraqueza alemã. Foi assim que não nos declararam guerra, formalmente, como há vinte e cinco anos, mas nos impuseram a luta.
O outro ponto de vista é o seguinte; Desde que a guerra era inevitável, resolvemo-nos a conduzi-la com todo o fanatismo de que nós, nacionais-socialistas, somos capazes. Estamos, sobretudo, resolvidos a conduzi-la até uma decisão definitiva e nítida, para que os nossos filhos sejam poupados à repetição de uma tal catástrofe.
Se o povo alemão de 1918 tem continuado a luta com uma decisão de ferro, em lugar de crer nas frases mentirosas e hipócritas de Wilson, o amado inimigo Ter-se-ia então desmoronado.
Como tal não aconteceu, o nosso povo caiu na miséria económica, sem precedentes, e milhões de alemães foram arrebatados aos seus lares, e, em última análise, a outra guerra foi a causa da actual. Porque nós sabemos que em 1889, em Inglaterra e em Paris se pensava que o povo alemão deporia, como anteriormente, as armas, e isso passado pouco tempo. O povo alemão e o resto do mundo devem, contudo, saber que este acontecimento foi um facto único na história alemã.
Se judeus ingleses e americanos declaram que os aliados têm a intenção de arrebatar os filhos ao povo alemão, de trucidar milhões de jovens, de fragmentar o Reich e explorá-lo em proveito dos capitalistas ou dos bolchevistas, não têm necessidade de no-lo dizer, porque nós já o sabemos. Somente parece que nesse outro mundo não se sabe que a Alemanha Nacional-Socialista não se presta a tal experiência, que não será vencida e que jamais pensará em capitular, mas pelo contrário, está resolvida a terminar esta luta somente com uma vitória nítida.
A garantia mais segura deste sentimento e desta força de vontade necessária, é o partido Nacional-Socialista com as suas organizações e acima de tudo o povo por esse partido educado. O direito de crer nesta vitória devemo-lo à nossa própria força, à coragem das nossas tropas, fidelidade e ao trabalho do nosso país e à actividade dos valorosos povos aliados connosco na Europa e Ásia.
Se a força armada alemã e os outros Estados aliados connosco conseguiram, durante o ano findo, fazer recuar ainda mais as frentes do bolchevismo que ameaçam sobretudo a Europa, a Mãe-Pátria alemã fez nas cidades e no campo, com os homens e com as mulheres, em condições mais difíceis, uma obra única.
O soldado alemão e os soldados aliados, bem como a economia alemã, não só alargaram duma maneira gigantesca o espaço vital da Europa em luta, mas já o fizeram frutificar em grande parte em seu proveito. Foi possível assegurar o nosso reabastecimento graças ao trabalho do camponês e da camponesa alemães. Os milhões ocupados na nossa indústria, não só reabasteceram os Exércitos com o material necessário, mas criaram as condições indispensáveis para o fabrico do nosso armamento, projectado em dimensões mais extensas ainda.
OS VOTOS DO FÜHRER NO COMEÇO DO ANO
O que a América projecta fazer neste campo, foi-nos já muitas vezes suficientemente comunicado pelas tagarelices insensatas do seu principal excitador. O que ela é, na verdade, capaz de fazer, e o que já fez, não nos é desconhecido.
O que a Alemanha e a Europa farão em último lugar não constituirá segredo para os nossos adversários no ano que começa. Um olhar sobre o ano findo, sobre os grandes êxitos e as lutas gigantescas que se travam, obriga-nos, à Mãe Pátria alemã a pensar primeiro que tudo nos nossos soldados: em toda a parte em que se encontram, acrescentam novas folhas de glória ao Livro de História Alemã.
As suas batalhas gloriosas são conhecidas pelos comunicados especiais e pelos comunicados do Grande Quartel General, mas o que eles sofrem e suportam nunca o país poderá avaliar suficientemente. A esta frente dos combatentes deve acrescentar-se a frente dos homens e das mulheres que trabalham na rectaguarda como auxiliares da própria frente. Deles também, principalmente a Leste, se exige o inconcebível, e todos correspondem. Contudo, assumindo todas estas dores, todas as privações, todos estes sacrifícios e preocupações, eles preservam o Reich de uma desgraça mil vezes maior. Guardam-no, protegem-no perante os horrores de uma guerra de que o país não pode fazer uma ideia aproximada, apesar dos violentos ataques aéreos.
No começo do Ano Novo temos de agradecer em nome do povo alemão todo o heroísmo e todo o trabalho do país e da Frente. Eu não sou mais do que um dos numerosos elos desse povo. O que me faz distinguir da massa dos meus compatriotas não é mais do que a honra de poder ser seu chefe. Mas àparte isto, as suas dores são as minhas, do mesmo modo que o meu orgulho e a minha alegris serão um dia o orgulho e a alegria de todo um povo, Só o indivíduo é que deve desaparecer e desaparecerá, mas o povo deverá sobreviver.
Os nossos votos ao dia 1 de Janeiro de 1943 serão para que o povo, neste ano que começa, seja mais forte. É nestas condições que nós podemos ousar pedir como sempre ao Nosso Deus que não recuse o auxílio que nos tem dado até agora. O inverno pode ser duro, mas não poderá atingir-nos mais duramente do que o ano passado. Mas em seguida virá a hora em que reunindo toda a nossa força, nos preparemos para servir a liberdade, o futuro e a vida ao nosso povo.
Virá o momento então em que nesta luta uma potência será a primeira a desabar; que isto não é com a Alemanha bem o sabemos. O povo alemão ficará desta vez senhor do campo de batalha. E enfim virá essa longa era de paz que nós desejamos para a maior organização da comunidade do nosso povo como único agradecimento digno dos nossos filhos mortos no campo da honra.
In "Grandes Discursos Políticos". Selecção, Organização, Prefácio e Notas de Leopoldino Serrão. Editora Ausência, 2004.
ADOLF HITLER
A ALEMANHA EM GUERRA
Pela Quarta vez o destino me obriga a dirigir, durante a guerra, o apelo do Novo Ano ao povo alemão. Durante estes quatro anos, o povo alemão compreendeu claramente que se trata realmente da sua existência ou da sua perda na luta que, como tantas vezes já, no decurso da história alemã, nos foi imposta pelos nossos rapaces inimigos.
Quando nos séculos passados, as disputas dinásticas encheram o mundo com o seu estrépito guerreiro, os resultados de semelhantes lutas eram, no fundo, mais modestos nos seus efeitos, tanto para os vencedores como para os vencidos. Contudo, depois duma decadência que durou séculos, o nosso 1º Império alemão via o seu povo decair da sua posição outrora altaneira na Europa; decadência essa causada pelo amolecimento interior e impotência que se seguiu, até que voltou a ser por muito tempo o fertilizador cultural do resto do mundo.
Milhões inumeráveis de alemães foram forçados a deixar a sua Pátria para procurarem subsistências. Foram esses precisamente que contribuíram inconscientemente para edificar esse continente que actualmente tenta, pela Segunda vez, pôr a Europa a fogo e sangue.
O povo que, na sua inexperiência política e sob a pressão da necessidade material, teve de refugiar-se mais e mais no mundo das ideias para se tornar, finalmente, a nação dos poetas e dos pensadores, era aos olhos do resto do mundo um fenómeno tão agradável como a Itália povoada de ruínas românticas, dilacerada políticamente e materialmente reduzida à mendicidade. Mas desde que o Estado prussiano cessou de não ser senão a espada das potências estrangeiras e se preparou, guiado por espíritos esclarecidos, para unir, conforme a sua verdadeira missão, o povo alemão, os gozadores da situação antiga começaram a odiar o novo Reich e a assolar o seu território com guerras, que se sucediam com intervalos cada vez mais próximos. Quanto mais oportunos para esse fim eram os argumentos invocados, mais mentirosos eram.
Outrora a França feudal lutara contra o Reich alemão, dirigido pela Casa de Habsburgo; mais tarde a França burguesa conduz as suas guerras contra a Alemanha, agrupada sob a Prússia. E a França de 1939 voltou a declarar guerra ao Reich, que desta vez não era do Kaiser, mas sim um Estado Nacional-Socialista.
A Inglaterra combateu primeiro a monarquia constitucional e parlamentar, agora excita contra o Estado popular alemão, as nações. A América, que em 1917 se juntou à Inglaterra para fazer a guerra contra a Alemanha de Guilherme II, foi a provocadora da actual guerra contra a Alemanha do ressurgimento socialista. A Rússia arrastou outrora a Europa monarquista para a guerra. Agora, preparou a sua guerra mundial sob a bandeira dos Estados bolchevistas, com o auxílio dos países capitalistas, contra a Europa e a Alemanha socialista.
Que importa os motivos que aleguem para explicar todas estas guerras se a razão profunda foi sempre o ódio contra um Império alemão poderoso, agindo como potência protectora da Europa central, e a recusa para concederem o direito de vida aos povos alemão e italiano?
O FÜHRER RELEMBRA AS SUAS PALAVRAS AO INICIAR A GUERRA
No fundo um interesse puramente capitalista, porque todos os homens do Estado são defensores das acções de armamento dos seus países. Do sangue dos mercenários contratados por eles e do sangue dos seus próprios soldados nascem os dividendos. Nada mais natural que à frente de todos os países esteja a potência que mantêm afastada de toda a moral humana e que vê no oiro a única razão de existir; a grande vencedora de todas as disputas é ao mesmo tempo a maior organizadora das guerras: tem sido o judaísmo internacional que sempre tem excitado ou provocado a divisão entre os homens e os povos.
Durante a guerra mundial de 1914-1918, esta coligação internacional de banqueiros e os seus cúmplices judeus conseguiram envolver o povo alemão nas nuvens das suas frases e cegá-lo contra o perigo ameaçador. Quando o povo alemão, enfraquecido pela revolução, depôs as armas, as pessoas simples, fiando-se nas promessas do seu inimigo sem carácter, cuidaram que podiam esperar uma paz na justiça, a reconciliação e o entendimento.
O nome dum presidente dos Estados Unidos da América está desde então ligado para sempre à maior trapaça da história do mundo: Wilson conseguindo com os seus 14 pontos corromper na sua atitude espiritual o povo alemão, que não conhecera a derrota no campo de batalha, para em seguida o aniquilar, imunizou para sempre a nação alemã contra a repetição de tais tentativas. Desde então a palavra de um presidente dos Estados Unidos da América já não tem na Alemanha senão o o mesmo valor que nos Estados Unidos se lhe atribui.
Mesmo sem isto o povo alemão já não é o mesmo povo alemão de 1914-1918. Do antigo Estado de classes, burguês e capitalista, nasceu um Estado nacional do povo. Se eu mesmo recebi as bases para as minhas ideias Nacionais-Socialistas da experiência da frente como soldado da guerra mundial, a Segunda guerra mundial que actualmente assola o mundo como acontecimento único na história, não é senão uma confirmação destas ideias.
É por isso que o povo alemão não se afastará, no decorrer desta luta, do seu ideal Nacional-Socialista, mas pelo contrário a ele se agarrará cada vez mais.
A antiga ordem social envelhecida desloca-se rapidamente. Não pode haver dúvida de que no fim desta luta o Estado Nacional-Socialista permanecerá na Europa como um bloco indestrutível e inamovível. Mas ninguém deve Ter ilusões: este Estado conduzirá a luta pela existência do nossos povo com uma energia totalmente diferente da antiga Alemanha.
Se eu já declarei, no dia 1 de Setembro de 1939, perante o Reichstag alemão, que suceda o que suceder, nem o tempo, nem a força das armas poderiam quebrar o Estado actual, cada alemão sabe já agora que a verdade desta profecia não pode ser posta em dúvida. E se eu asseguro além disso que a esperança do judaísmo internacional de poder aniquilar com uma nova guerra mundial o povo alemão, ou outros povos europeus, é o maior erro do judaísmo desde há milhares de anos e que não será certamente o povo alemão que será destruído, não resta dúvidas de que quem será exterminado será o judaísmo.
Desta vez não enviaremos nem sacrificaremos milhões de homens honrados, no campo de batalha por culpa duma raça maldita para que o judaísmo internacional faça negócios ou possa dar livre curso ao seu ódio, que data do Antigo Testamento e isso sem incorrer em nenhuma punição.
A melhor prova de que esta raça é a principal culpada desta guerra, pode ser dada pelo facto da ligação de contradições, aparentemente contraditórias, na lata contra os Estados nacionais europeus.
A aliança entre os Estados essencialmente capitalistas do ocidente, ou melhor ainda, entre a América e o regime fantasma socialista mentiroso do bolchevismo, não se compreende senão pelo facto da direcção nos dois casos se encontrarem entre as mãos do judaísmo internacional, mesmo quando as personagens que o representam o pareçam contradizer. Contudo o «trust» espiritual judaico de Roosevelt, a imprensa judaica da América, a rádio judaica destes países, a organização judaica dos partidos, etc., tudo isto não é outra coisa senão a direcção judaica da União dos Sovietes.
Logo que nos Estados os verdadeiros interesses nacionais começam apenas a movimentar-se, imediatamente se fazem sentir as mais vivas objecções à sua maneira de proceder, e sobretudo na fixação dos objectivos da própria guerra.
E isto vai tão longe que a arte do assassínio político, tão desenvolvida pela Inteligence-Service serve como último meio quando não se pode encontrar caminho para eliminar as divergências.
OS DOIS PONTOS DE VISTA DO ESTADO NACIONAL-SOCIALISTA
A posição do Estado Nacional-Socialista nesta luta, que é a mais gigantesca da história mundial, é ditada por dois pontos de vista. Primeiro: Nada fizemos na França, nem na Inglaterra, nem ainda na América, nada exigimos destes países que tivesse podido motivar esta guerra.
Mais ainda: cada proposta de paz, durante esta guerra, foi bruscamente repelida pelos criminosos de guerras internacionais e interpretada como uma fraqueza alemã. Foi assim que não nos declararam guerra, formalmente, como há vinte e cinco anos, mas nos impuseram a luta.
O outro ponto de vista é o seguinte; Desde que a guerra era inevitável, resolvemo-nos a conduzi-la com todo o fanatismo de que nós, nacionais-socialistas, somos capazes. Estamos, sobretudo, resolvidos a conduzi-la até uma decisão definitiva e nítida, para que os nossos filhos sejam poupados à repetição de uma tal catástrofe.
Se o povo alemão de 1918 tem continuado a luta com uma decisão de ferro, em lugar de crer nas frases mentirosas e hipócritas de Wilson, o amado inimigo Ter-se-ia então desmoronado.
Como tal não aconteceu, o nosso povo caiu na miséria económica, sem precedentes, e milhões de alemães foram arrebatados aos seus lares, e, em última análise, a outra guerra foi a causa da actual. Porque nós sabemos que em 1889, em Inglaterra e em Paris se pensava que o povo alemão deporia, como anteriormente, as armas, e isso passado pouco tempo. O povo alemão e o resto do mundo devem, contudo, saber que este acontecimento foi um facto único na história alemã.
Se judeus ingleses e americanos declaram que os aliados têm a intenção de arrebatar os filhos ao povo alemão, de trucidar milhões de jovens, de fragmentar o Reich e explorá-lo em proveito dos capitalistas ou dos bolchevistas, não têm necessidade de no-lo dizer, porque nós já o sabemos. Somente parece que nesse outro mundo não se sabe que a Alemanha Nacional-Socialista não se presta a tal experiência, que não será vencida e que jamais pensará em capitular, mas pelo contrário, está resolvida a terminar esta luta somente com uma vitória nítida.
A garantia mais segura deste sentimento e desta força de vontade necessária, é o partido Nacional-Socialista com as suas organizações e acima de tudo o povo por esse partido educado. O direito de crer nesta vitória devemo-lo à nossa própria força, à coragem das nossas tropas, fidelidade e ao trabalho do nosso país e à actividade dos valorosos povos aliados connosco na Europa e Ásia.
Se a força armada alemã e os outros Estados aliados connosco conseguiram, durante o ano findo, fazer recuar ainda mais as frentes do bolchevismo que ameaçam sobretudo a Europa, a Mãe-Pátria alemã fez nas cidades e no campo, com os homens e com as mulheres, em condições mais difíceis, uma obra única.
O soldado alemão e os soldados aliados, bem como a economia alemã, não só alargaram duma maneira gigantesca o espaço vital da Europa em luta, mas já o fizeram frutificar em grande parte em seu proveito. Foi possível assegurar o nosso reabastecimento graças ao trabalho do camponês e da camponesa alemães. Os milhões ocupados na nossa indústria, não só reabasteceram os Exércitos com o material necessário, mas criaram as condições indispensáveis para o fabrico do nosso armamento, projectado em dimensões mais extensas ainda.
OS VOTOS DO FÜHRER NO COMEÇO DO ANO
O que a América projecta fazer neste campo, foi-nos já muitas vezes suficientemente comunicado pelas tagarelices insensatas do seu principal excitador. O que ela é, na verdade, capaz de fazer, e o que já fez, não nos é desconhecido.
O que a Alemanha e a Europa farão em último lugar não constituirá segredo para os nossos adversários no ano que começa. Um olhar sobre o ano findo, sobre os grandes êxitos e as lutas gigantescas que se travam, obriga-nos, à Mãe Pátria alemã a pensar primeiro que tudo nos nossos soldados: em toda a parte em que se encontram, acrescentam novas folhas de glória ao Livro de História Alemã.
As suas batalhas gloriosas são conhecidas pelos comunicados especiais e pelos comunicados do Grande Quartel General, mas o que eles sofrem e suportam nunca o país poderá avaliar suficientemente. A esta frente dos combatentes deve acrescentar-se a frente dos homens e das mulheres que trabalham na rectaguarda como auxiliares da própria frente. Deles também, principalmente a Leste, se exige o inconcebível, e todos correspondem. Contudo, assumindo todas estas dores, todas as privações, todos estes sacrifícios e preocupações, eles preservam o Reich de uma desgraça mil vezes maior. Guardam-no, protegem-no perante os horrores de uma guerra de que o país não pode fazer uma ideia aproximada, apesar dos violentos ataques aéreos.
No começo do Ano Novo temos de agradecer em nome do povo alemão todo o heroísmo e todo o trabalho do país e da Frente. Eu não sou mais do que um dos numerosos elos desse povo. O que me faz distinguir da massa dos meus compatriotas não é mais do que a honra de poder ser seu chefe. Mas àparte isto, as suas dores são as minhas, do mesmo modo que o meu orgulho e a minha alegris serão um dia o orgulho e a alegria de todo um povo, Só o indivíduo é que deve desaparecer e desaparecerá, mas o povo deverá sobreviver.
Os nossos votos ao dia 1 de Janeiro de 1943 serão para que o povo, neste ano que começa, seja mais forte. É nestas condições que nós podemos ousar pedir como sempre ao Nosso Deus que não recuse o auxílio que nos tem dado até agora. O inverno pode ser duro, mas não poderá atingir-nos mais duramente do que o ano passado. Mas em seguida virá a hora em que reunindo toda a nossa força, nos preparemos para servir a liberdade, o futuro e a vida ao nosso povo.
Virá o momento então em que nesta luta uma potência será a primeira a desabar; que isto não é com a Alemanha bem o sabemos. O povo alemão ficará desta vez senhor do campo de batalha. E enfim virá essa longa era de paz que nós desejamos para a maior organização da comunidade do nosso povo como único agradecimento digno dos nossos filhos mortos no campo da honra.
In "Grandes Discursos Políticos". Selecção, Organização, Prefácio e Notas de Leopoldino Serrão. Editora Ausência, 2004.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
THE ORDER- BRUDER SCHWEIGEN

Artigo sobre Robert Jay Mathews,herói e mártir da causa racialista ariana,a história dos "BRUDER SCHWEIGEN" e sobretudo a derradeira carta que R.J.M escreveu ao mundo,carta essa plena de dramatismo mas que reflecte um homem consequente e consciente de nao podendo continuar a viver,lutando decide morrer,lutando por aquilo que de mais sagrado existe,a RAÇA ARIANA.
Que o exemplo dos "BRUDER SCHWEIGEN" e de R.J.M estejam sempre na mente de cada um de nós!
VIVA A THE ORDER!VIVA ROBERT JAY MATHEWS! VIVA A RAÇA BRANCA!
The Order Bruder Schweigen foi formada por Robert Mathews em Setembro de 1983.O seu propósito era parar de falar e actuar até conseguir o estabelecimento de um Bastiao Americano Branco no noroeste do Pacifico, e finalmente a vitoria ariana total.
No seu primeiro ano. The Order começou a acumular um fundo de guerra para a sua propria revolucao quando 3 membros assaltaram um estabelecimento porno em spokane,Washington.
Imediatamente depois, o grupo lançou uma operaçao de falsificaçao de dinheiro no complexo das Naçoes Arianas em Hayden Lake,Idazo,que foi desarticulada quando um membro da The Order Bruce Pierce foi detido por passar uma nota falsa de 50 dolares.
Pierce foi condenado mas iludiu a acçao judicial e passou á clandestinidade até 1985.
Em 1983 foram liberados fundos num banco de Seatle no valor de 25.000 usd.
A liberaçao de fundos aumentou no ano seguinte.Em março de 84 membros da The Order distraíram a acçao policial e fizeram rebentar uma bomba num teatro de Seatle enquanto outors membros,assaltavam uma carrinha de valores apropriando-se de 500.000 usd.
Em junho de 1984 aSSaSSinaram Alan Berg,um controverso locutor de radio de Denver.Berg foi morto fora da sua casa e terminou assim com os seus vómitos de retórica anti-branco no seu programa.
Por esta altura já os membros tinham recomeçado a operaçao de falsificaçao de dinheiro.
Assaltam um camiao blindado perto de Ukiah,California. Este assalto proporcionou o maior saque do grupo que rendeu 3.800.000usd(a maior soma até hoje na historia de roubos a carrinhas de valores nos Estados Unidos).Esse dinheiro foi usado para a compra de vehículos,armas,e equipamento.O grupo tambem comprou parcelas de terreno em Idanho e Missouri para campos de treino e guerrilla e entregou dinheiro a amigos racialistas numa tentativa de unificar varios grupos desta ideología.Falou se que o grupo planeou assaltar o maior cofre blindado de Brinks em San Francisco,o que lhes renderia supostamente qualquer coisa como 50 milhoes de dolares.
Depois da traiçao de Thomas Martinez antigo membro e agora delator da policia os agentes do FBI tentam prender R.J.M. num hotel mas este atinge um agente sem o matar e consegue fugir.Gary Yarbrough foi preso nesse momento.
O FBI seguiu Mathews até Whidbey Island em Washington,ondee m dezembro de 1984 foi sitiado por forças do FBI ,BEATF,SWAT,com a cooperaçao da marinha dos Estados Unidos.Durante 36 horas,repeliu sozinho os numerosos ataques de 500 agentes(incluindo um helicóptero),até que bombardearam a casa e R.J.M foi queimado vivo.
Bruce Pierce converteu-se fugitivo e esteve na lista dos 10 homens mais procurados do FBI.O ultimo membro da THE ORDER a ser encarcerado foi Richard Scutari,em abril de 1985.
Em 30 dezembro 1985,nove homens e uma mulher todos membros do grupo foram condenados a penas entre 40 e 100 anos de prisao,assim como a fortes multas.David Tate foi condenado num processo á parte pelo assassinato de um patrulla do Missouri e foi condenado á prisao perpetua.
Logo,4 membros foram novamente julgados em tribunal,as acusaçoes eram de conspiraçao para negar a Alan Berg os seus directos civicos pois ele era Judeu e tinha um lucrativo emprego.Neste processo David Lane e Bruce Pierce foram outra vez condenados pela morte do Judeu e sentenciados a mais de 150 anos.
Como se tudo isto nao fosse suficiente,os Federais apresentarao acusaçoes de conspiraçao para derrubar o governo dos EUA,contra os membros Scutari,Bruce Pierce e David Lane.
Entre estes homens de valor e tambem pertencendo a esta organizaçao esteve o portugues Frank Silva que foi condenado a 30 anos de prisao mas devido a bom comportamento encontra-se neste momento em liberdade condicional.
A mulher de David Lane, Katja Lane que permanece fiel ao seu marido e seus principios racialistas sempre apoiou os presos politicos em Portugal do caso “skins bairro alto” atraves de diversas maneiras inclusivé ja esteve em Portugal no passado.
Diversas bandas musicais skins e NS, organizaçoes etc por todo esse mundo prestaram já tributo a estes homens em diversas cançoes, t-shirts, livros, e no que mais de precioso este grupo nos deixou, a força de vontade e coragem a fé inabalavél e um sentido de missao que hoje em dia influenciam e muito o nosso movimento.
Quem nao estiver disposto a ir preso pelos nossos ideais ou em ultima hipotese morrer, nunca poderá afirmar que está na mesma luta que estes homens da irmandade do silencio.
Ultima carta de Robert Jay Mathews
“TODOS NÓS SABIAMOS QUE SERIA ASSIM,QUE SERIAM OS NOSSOS PRÓPRIOS IRMAOS OS PRIMEIROS A TENTAREM DESTRUIR OS NOSSOS ESFORÇOS PARA SALVAR A NOSSA RAÇA E A NOSSA DOENTE NAÇAO.PORQUE ESTAO TANTOS HOMENS BRANCOS TAO ÁVIDOS POR DESTRUIR A SUA PRÓPRIA ESPÉCIE PARA O BENEFÍCIO DE JUDEUS E DOS HIBRÍDOS?
VEJO 3 AGENTES DO FBI ESCONDIDOS ATRÁS DE ALGUMAS ÁRVORES,AO NORTE DA CASA.PODERIA TE-LOS FACILMENTE ABATIDO.TIVE AS SUAS CARAS NO MEU RAIO.ELES PARECEM RACIALMENTE ACEITÁVEIS,PORÉM TODOS OS SEUS TALENTOS SAO OFERECIDOS A UM GOVERNO QUE ESTÁ ABERTAMENTE TENTANDO ABASTARDAR A PRÓPRIA RAÇA DA QUAL ESTES AGENTES FAZEM PARTE.PORQUE É QUE NAO O VÊEM??
HOMENS BRANCOS MATANDO HOMENS BRANCOS,O SAXAO MATANDO O DINARMARQUÊS;QUANDO É QUE ISSO IRÁ TERMINAR?A RUINA ARIANA?
SOUBE NA PASSADA NOITE QUE HOJE SERIA O MEU ULTIMO DIA NESTA VIDA.QUANDO ME DEITEI VI NITIDAMENTE TODOS OS MEUS ENTES QUERIDOS COMO SE TIVESSEM JUNTO A MIM.TODAS AS MINHAS MEMÓRIAS ASSALTARAM A MINHA MENTE,ENTAO PERCEBI-ME QUE O MEU DEVER ESTAVA FEITO.
TENHO SIDO UM BOM SOLDADO E UM GUERREIRO DESTEMIDO.MORREREI COM HONRA E JUNTAR-ME-EI AOS MEUS IRMAOS EM VALHALLA.
PELO SANGUE,SOLO E HONRA.PELA FÉ E PELA RAÇA.
PELO FUTURO DOS MEUS FILHOS.PELOS VERDES TÚMULOS DOS NOSSOS ANTEPASSADOS.”
ROBERT JAY MATHEWS
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
I.L.G.A.
A International Lesbian and Gay Association publicou um artigo defendendo a Adopção de Crianças por “casais” compostos por mais que 2 pessoas.
“Não há nenhuma razão para impedir que um grupo de 3, 4 ou mais pessoas, adoptem uma criança! O que importa é o amor que temos para dar, e não os preconceitos instalados!”
Esta associação reconhece que, para já, em Portugal ainda é muito cedo para implementar este conceito. Seria necessário uma profunda remodelação, desde o Bilhete de Identidade que teria de ver aumentado o espaço para a Filiação, até à alteração dos gabinetes dos Directores de Turma, para que possam receber todos os pais e/ou mães de cada aluno.
“O meu maior sonho, seria eu mais os meus 4 parceiros, irmos registar o nosso filho recém-adoptado, todos juntinhos, em comboio a entrar pelo Registo Civil adentro! ” - Explicou José Panão, representante da I.L.G.A. em Portugal.
Um motivo de orgulho claramente! em resposta : 14 PALAVRAS fdp´s
“Não há nenhuma razão para impedir que um grupo de 3, 4 ou mais pessoas, adoptem uma criança! O que importa é o amor que temos para dar, e não os preconceitos instalados!”
Esta associação reconhece que, para já, em Portugal ainda é muito cedo para implementar este conceito. Seria necessário uma profunda remodelação, desde o Bilhete de Identidade que teria de ver aumentado o espaço para a Filiação, até à alteração dos gabinetes dos Directores de Turma, para que possam receber todos os pais e/ou mães de cada aluno.
“O meu maior sonho, seria eu mais os meus 4 parceiros, irmos registar o nosso filho recém-adoptado, todos juntinhos, em comboio a entrar pelo Registo Civil adentro! ” - Explicou José Panão, representante da I.L.G.A. em Portugal.
Um motivo de orgulho claramente! em resposta : 14 PALAVRAS fdp´s
O que não NOS destrói, torna-NOS mais fortes!
Por Gerhard Lauck
A perseguição de patriotas – principalmente Nacional Socialistas – está estávelmente a aumentar tanto na Alemanha como através dos outros países Arianos. A nossa resposta só pode ser: Ainda não começamos a lutar!
Cada acto de repressão endurece a nossa vontade de lutar, cada injustiça fortalece o nosso ódio contra os lacaios Judeus, cada campanha anti-Branca como a HoloBurla é difamação étnica contra toda a raça Branca. Tudo isto fortalece meramente a nossa determinação em lutar nesta cruzada contra o inimigo mundial até a solução final ser alcançada.
Quem defende a perseguição de Nacional Socialistas é um incendiário de cadeiras. Quem enche inocentes crianças Arianas com sentimentos perversos de auto-ódio comete violação espiritual e abuso infantil. Quem celebra o assassínio em massa de Dresden com um acto de "libertação" glorifica a violência. Quem força a "reeducação" perpetua a poluição intelectual. Quem promove a mistura racial sistemática de todo um país, ou de facto de todo um continente, participa num genocídio!
Nenhuma piedade relativamente a estes gangsters do sistema Judeu! (Nada de vigilantismo! Julgamentos justos e castigos justos!)
Esta imundice, contudo, tem um lado bom. Torna-nos mais fortes! Torna-nos impiedosos! Torna-nos fanáticos!
Também encoraja a solidariedade global, pan-Ariana que só poderá salvar a nossa raça! Iniciou com a Waffen-SS e continuou a desenvolver-se após a Segunda Guerra Mundial. Ao princípio era por uma Alemanha Maior e pelo pan-Germanismo. Hoje o Romance, os Anglo-Americanos e os povos Eslavos uniram-se. Tornamo-nos camaradas raciais e camaradas políticos, de facto camaradas de armas, unidos pela convicção que só o pró-natural, heróica visão global Nacional Socialista do nosso líder Adolf Hitler tem capacidade de dar aos lutadores da resistância Branca a força espirítual necessária para adquirir a vitória final.
A suástica possui ambas uma energia política e psicológica – até mesmo uma força espiritual – que já os nossos antepassados reconheceram à milénios. É por essa razão que está suprimida ou mesmo proibida pela sub-humanidade governante! Por isso devemos conscientemente e sensivelmente empregar esta arma.Se um inimigo teme uma arma, existe uma razão. Se um inimigo tem um receio especial de uma arma em particular, isso é especialmente significante. O inimigo possui um medo mortal do Nacional Socialismo, do maior filho da nossa raça Adolf Hitler e da sagrada suástica!
Nós Nacional Socialistas, por outro lado, não temos medo. Porque deviamos ter? Só se pode sentir nojo e repulsão perante tais criaturas. Não possuem nem a honra nem a dignidade de justificar um orgulhoso, másculo ódio.
Estamos convencidos:
O que não NOS destrói, torna-NOS mais fortes!
Retirado de: http://volksfrontportugal.blogspot.com/
A perseguição de patriotas – principalmente Nacional Socialistas – está estávelmente a aumentar tanto na Alemanha como através dos outros países Arianos. A nossa resposta só pode ser: Ainda não começamos a lutar!
Cada acto de repressão endurece a nossa vontade de lutar, cada injustiça fortalece o nosso ódio contra os lacaios Judeus, cada campanha anti-Branca como a HoloBurla é difamação étnica contra toda a raça Branca. Tudo isto fortalece meramente a nossa determinação em lutar nesta cruzada contra o inimigo mundial até a solução final ser alcançada.
Quem defende a perseguição de Nacional Socialistas é um incendiário de cadeiras. Quem enche inocentes crianças Arianas com sentimentos perversos de auto-ódio comete violação espiritual e abuso infantil. Quem celebra o assassínio em massa de Dresden com um acto de "libertação" glorifica a violência. Quem força a "reeducação" perpetua a poluição intelectual. Quem promove a mistura racial sistemática de todo um país, ou de facto de todo um continente, participa num genocídio!
Nenhuma piedade relativamente a estes gangsters do sistema Judeu! (Nada de vigilantismo! Julgamentos justos e castigos justos!)
Esta imundice, contudo, tem um lado bom. Torna-nos mais fortes! Torna-nos impiedosos! Torna-nos fanáticos!
Também encoraja a solidariedade global, pan-Ariana que só poderá salvar a nossa raça! Iniciou com a Waffen-SS e continuou a desenvolver-se após a Segunda Guerra Mundial. Ao princípio era por uma Alemanha Maior e pelo pan-Germanismo. Hoje o Romance, os Anglo-Americanos e os povos Eslavos uniram-se. Tornamo-nos camaradas raciais e camaradas políticos, de facto camaradas de armas, unidos pela convicção que só o pró-natural, heróica visão global Nacional Socialista do nosso líder Adolf Hitler tem capacidade de dar aos lutadores da resistância Branca a força espirítual necessária para adquirir a vitória final.
A suástica possui ambas uma energia política e psicológica – até mesmo uma força espiritual – que já os nossos antepassados reconheceram à milénios. É por essa razão que está suprimida ou mesmo proibida pela sub-humanidade governante! Por isso devemos conscientemente e sensivelmente empregar esta arma.Se um inimigo teme uma arma, existe uma razão. Se um inimigo tem um receio especial de uma arma em particular, isso é especialmente significante. O inimigo possui um medo mortal do Nacional Socialismo, do maior filho da nossa raça Adolf Hitler e da sagrada suástica!
Nós Nacional Socialistas, por outro lado, não temos medo. Porque deviamos ter? Só se pode sentir nojo e repulsão perante tais criaturas. Não possuem nem a honra nem a dignidade de justificar um orgulhoso, másculo ódio.
Estamos convencidos:
O que não NOS destrói, torna-NOS mais fortes!
Retirado de: http://volksfrontportugal.blogspot.com/
domingo, 23 de dezembro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)

