quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Judeu que sobreviveu ao tempo de guerra em Berlim


Klaus Zwilsky, de 74 anos, de Calvert County, Md., é um sobrevivente do Holocausto. No entanto, a sua história é bastante particular entre os outros Judeus que passaram pelos horrores da Alemanha Nazi. Ele não foi enviado para um campo de concentração, nem passou a Segunda Guerra Mundial escondido na casa de algum não-Judeu mais simpático. Em vez disso, Zwilsky sobreviveu num hospital Judeu em Berlim, com o conhecimento e consentimento do governo Nazi... Devido ao facto do pai de Zwilsky ser farmacêutico foi-lhes permitido ficarem no hospital em boas condições. Recebiam água potável, tinham aquecimento e electricidade e eram tratados de forma especial pelos soldados.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Bismarck


Comprimento: 251 m (total) / 241,5 m (linha d’água)
Boca (largura): 36 m
Calado: 10,2 m
Deslocamento: 41.700 ton. (padrão) / 50.900 ton. (plena carga)
Propulsão: Turbinas a vapor, 3 eixos (138.000 shp)
Velocidade Máxima: 30,12 nós
Blindagem: 320-220mm (lateral), 50 + 80-120mm (convés), 360-180mm (torres) e 340-220mm (barbetas)
Armamento Principal: 8 canhões de 380mm/L45 (4 torres duplas)
Armamento Secundário: 12 canhões de 150mm/L55 (6 torres duplas)
Armamento Antiaéreo: 16 canhões de 105mm/L65 (8 torrres duplas),16 de 37mm/L83 (8 montagens duplas) e 18 simples de 20mm
Aviões: 4 hidroaviões arado Ar 196
Tripulação: 2.340

Autor Desconhecido


A guerra é como um adubo que fertiliza a sociedade, é uma maneira extrema mas eficaz, abre a mente do mais carrancudo, faz avançar o mundo tecnologicamente e socialmente, graças à guerra e a outras ideias a si associadas temos a vida que temos hoje, se não fosse a ganância do homem em querer mais, em conquistar o mundo em seu redor ainda estaríamos vivendo numa caverna pintando paredes, se não fosse o método violento do homem não haveria uma conquista global deste planeta, não seríamos Homem.
Se eu te pedisse esse pedaço de carne tu não me o davas, mas eu preciso dessa carne para alimentar os meus, para garantir o seu futuro, por isso recorrerei à violência pois e necessário o futuro dos meus, assim Hitler fez no 3º Reich lutando pelo seu "bocado de carne" o bocado de carne que a Europa precisa, uma Europa unida numa bandeira, num ícone e numa ideia, tudo isto para assegurar que não haveriam de surgir problemas futuros com outras raças. Mas... afinal era tudo crime, lutar pela verdade e justiça era crime, certamente esqueceram as greves sindicais nas fabricas de armamento durante a 1ª grande guerra na Alemanha... quantos homens sucumbiram por esse acontecimento? e quantos também se ficaram a rir disso? Já o judeu esfregava as mãos com a futura reconstrução da Europa, donos da imprensa da altura manipulavam o povo fazendo com que este se desacreditasse no seu país e na sua cultura.
Assim se perderam vidas umas já concebidas, outras por conceber, mas sobre uma ideologia forte e verdadeira surgi-o um futuro Alemão um futuro brilhante como seu símbolo, 6 milhões saíram do desemprego, uma saúde foi instaurada no país com novas ideias de vida, escolas, hospitais, desporto e lazer tudo isto melhorou a vida a milhões de pessoas, estas melhorias ainda são palpáveis hoje em dia, graças a isto educação física na escola, estudos médicos/científicos, o avião a jacto, o homem na lua, satelites.esqueçam isso tudo...tudo isso são produtos nazis.
São factos que não chegam ao ouvido dos demais não interessa ao poder instituído que isto seja falado pelos pequenos...apenas as mentiras saem aceleradas das vossas bocas, tudo isto seria sonho se não fossem os "medíocres fascistas" como somos chamados ou "nazis nojentos", porque quando a luta e justa e nobre todos os meios são justificados pelos fins, mesmo que seja um meio cruel, o melhor estado possível tem de ser sempre assegurado à raça branca.

Denuncia: Sala de chuto das Caldas da Rainha !


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Estamos meio entregues aos bichos..parece que já faltou mais.


A discriminação de transexuais e transgéneros em Portugal chega hoje à Assembleia da República, pela voz dos próprios. Uma iniciativa do Bloco de Esquerda, que promove uma audição parlamentar sobre o que diz ser uma realidade que "permanece invisível e sem enquadramento legal".

Com a audição, os bloquistas pretendem assinalar a data de 22 de Fevereiro - "o dia em que a violência sobre as transexuais ganhou maior visibilidade pública no nosso país, por causa do assassínio violento da transexual Gisberta".

José Moura Soeiro, deputado do Bloco de Esquerda, sublinha que este é "um grupo completamente invisível" - mesmo considerando outros grupos discriminados entre a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros). "É o grupo que a sociedade conhece pior, em relação ao qual há mais ignorância e mais estereótipos", diz o parlamentar bloquista, sublinhando que a sociedade não dá "condições de dignidade" aos transexuais. "A discriminação é tão acentuada e tão profunda que lhes é difícil o acesso a uma coisa tão básica como o emprego", refere José Moura Soeiro, acrescentando que estas dificuldades acabam por atirar os transexuais para situações de grande vulnerabilidade - "A sociedade tem de reconhecer que estas pessoas existem e merecem exactamente o mesmo tratamento de todos os outros." Na audição de hoje estarão presentes associações como a Opus Gay, Panteras Rosa ou a Não Te Prives.

Fonte: http://dn.sapo.pt/2008/02/22/socieda...inacao_ar.html

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Estaline, assassino!!


A verdade vai vindo ao de cima...

Enric Marco, de 84 anos, passou os últimos 30 anos contando um passado dramático como vítima do nazismo no campo de concentração de Flossenburg. Três décadas depois confessou, para consternação dos deportados espanhóis, que inventou tudo em 1978 porque “assim as pessoas escutavam-no mais e o seu trabalho de divulgação era mais eficaz”. A associação que presidia, Amical de Mauthausen, forçou-o a apresentar a sua demissão.