segunda-feira, 21 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Os “benefícios” da imigração cada vez se revelam mais
Os portugueses tiveram hoje a oportunidade de ver nos telejornais uma cena bem elucidativa do estado de não-direito que se vive em diversos bairros problemáticos das principais cidades de Portugal.
Nada do que se viu é novidade ou inédito a não ser o facto de ter sido em pleno dia e registado em imagens.
Assim, os portugueses podem ver com os seus olhos o que são os tão apregoados “benefícios” da imigração, bem como a bomba-relógio resultante dos gangues surgidos a partir dessa tal imigração tão “vantajosa”.
Desta vez, e já que as imagens não permitem eufemismos ou branqueamentos, os portugueses puderam constatar que as ruas do nosso país são palco de tiroteios - que fazem lembrar Bagdade ou a Faixa de Gaza - entre grupos de pretos e de ciganos e não de “jovens” ou de “indivíduos”.
Portugal não pode permitir estes níveis de criminalidade organizada e fortemente armada, que põe em causa – quotidianamente – a segurança dos portugueses.
Só com as políticas defendidas pelo PNR no que respeita à imigração, nacionalidade, segurança e justiça, se pode inverter esta situação que se agrava a cada dia que passa.
O PNR, cada vez faz mais falta a Portugal!
Façam boa viagem!
Nada do que se viu é novidade ou inédito a não ser o facto de ter sido em pleno dia e registado em imagens.
Assim, os portugueses podem ver com os seus olhos o que são os tão apregoados “benefícios” da imigração, bem como a bomba-relógio resultante dos gangues surgidos a partir dessa tal imigração tão “vantajosa”.
Desta vez, e já que as imagens não permitem eufemismos ou branqueamentos, os portugueses puderam constatar que as ruas do nosso país são palco de tiroteios - que fazem lembrar Bagdade ou a Faixa de Gaza - entre grupos de pretos e de ciganos e não de “jovens” ou de “indivíduos”.
Portugal não pode permitir estes níveis de criminalidade organizada e fortemente armada, que põe em causa – quotidianamente – a segurança dos portugueses.
Só com as políticas defendidas pelo PNR no que respeita à imigração, nacionalidade, segurança e justiça, se pode inverter esta situação que se agrava a cada dia que passa.
O PNR, cada vez faz mais falta a Portugal!
Façam boa viagem!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
#6
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Recordando o Maior Crime da História Moderna
... Durante oito décadas, o maior assassinato em massa da história moderna tem sido vergonhosamente encoberto e/ou ignorado... Se continuamos a insistir que a Alemanha e o Japão foram bem castigados pelos seus crimes de guerra, não será já mais do que tempo para que os nossos governos finalmente reconheçam e apliquem a mesma regra para com o seu antigo aliado e responsável pelo maior assassínio em massa da História, Josef Stalin, um homem cujos crimes excederam os de Adolf Hitler pelo menos três ou quatro vezes? Especialmente nos EUA, onde a Segunda Guerra Mundial tornou-se numa autêntica religião, bastante grande, diga-se, e onde, interminavelmente, é invocada por conservadores e neoconservadores para justificar acções militares no estrangeiro.
Os Biliões Pagos Pela Alemanha Por Indemnizações Pelo Holocausto
As notícias já são antigas mas, infelizmente, continuam muito actuais porque os seus ecos parecem não querer deixar de se ouvir um pouco por todo o lado.
Vejamos:
... Durante mais de metade de um século que a Jewish Claims Conference é a responsável pelas negociações com o governo Alemão sobre as indemnizações a serem dadas às vítimas do Holocausto [como já tínhamos visto aqui, também a ser acusada de falsa de transparências]. Em 1965, a Alemanha assinou um tratado em que concordava em pagar às vítimas a nível individual; os sobreviventes tiveram que arquivar as suas reivindicações até antes de 1969. Desde então, a Alemanha desembolsou mais de 63,2 biliões de euros - incluindo 1,5 biliões de euros em pagamentos directos ao governo Israelita.
Vejamos:
... Durante mais de metade de um século que a Jewish Claims Conference é a responsável pelas negociações com o governo Alemão sobre as indemnizações a serem dadas às vítimas do Holocausto [como já tínhamos visto aqui, também a ser acusada de falsa de transparências]. Em 1965, a Alemanha assinou um tratado em que concordava em pagar às vítimas a nível individual; os sobreviventes tiveram que arquivar as suas reivindicações até antes de 1969. Desde então, a Alemanha desembolsou mais de 63,2 biliões de euros - incluindo 1,5 biliões de euros em pagamentos directos ao governo Israelita.
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