domingo, 14 de outubro de 2007

Holocausto Alemão parte I,II,III,IV,V

[parte I]
Quando a Russia imperial foi derrotada pela maçonaria internacional em 1917, houve anos de guerra civil e caos no País. A Polonia, que tinha desaparecido dos mapas em 1795, reaparceu em Versalles em 1919. A renascida Polonia viu a sua oportunidade na débil Russia e anexou muitos territórios deste País. Essas terras eram polacas, e estavam habitadas sobretudo por ucranianos, russos e judeus.
Durante a guerra entre a Alemanha e a URSS, esta recuperou naturalmente os territórios roubados 20 anos antes. Como compensação a URSS autorizou a Polonia a roubar à Alemanha uma quantidade de terreno parecida no Oeste Alemão. Era um pedaço de uns 300km de largura, e as novas fronteiras com a Alemanha fixaram-se nos rios Oder e Neisse. Ai a Alemanha perdeu um quinto do seu território. Uns 100.000 kilometros quadrados de terra Alemã antiguissima. Ao mesmo tempo a URSS apropriou-se de outro território alemão antigo: Prussia Oriental.
Para fazer "polacos" e "russos" estes enormes territórios, a população alemã de uns 16.000.000 de habitantes, teria que ser aniquilada ou expulsa. Isto ocorreu em principios de Outubro de 1944 com grande brutalidade. Perto de 2.000.000 de alemães, na sua maioria mulheres, crianças e velhos foram massacrados em "pogroms" e campos de concentração, ou morreram de frio e privações quando foram expulsos para oeste. Parecidos com os massacres e expulsões que ocorreram na Checoslovaquia e na Jugoslávia.

[parte II]
Dos bombardeamentos de terror sobre as cidades alemãs contam mais de 1.000.000 de mortos, a maioria mulheres e crianças. Quando acabou a guerra, os EUA e a França deixaram morrer mais de 1.000.000 de alemães prisioneiros de guerra, de fome e doenças nos superlotados campos de concentração. Nos anos de 1945 a 1950, as potências aliadas de ocupação, seguindo o "plano Morgentau", reduziram enormemente a capacidade de produção industrial e agricola da Alemanha, com a consequência de uns 9.000.000 de alemães terem morrido de fome e doenças. No total morreram 12.000.000 de alemães, civis e soldados desarmados como consequência de este planeado massacre.

Expulsões, Massacres, Violações
A decisão de expulsar 16 milhões de alemães foi tomada en Jalta em Fevereiro de 1945 e em Postdam em Julho e Agosto de 1945. As expulsões e os massacres começaram no Outono de 1944. O exercito vermelho entrou em terreno alemão em 19 de Outubro de 1944 e no mesmo dia houve o primeiro massacre de civis alemães em Nemmersdorf, Prussia Oriental. O que se seguiu foi uma interminavel serie de assassinatos, massacres, roubos e violações que obrigaram milhões de pessoas a fugir em panico. O numero exacto de quantos morreram congelados nas estradas até oeste, de fome e doenças, nunca o saberemos.
No exercito alemão havia uma total proibição de violar mulheres, e se alguém o fazia era condenado à morte por fuzilamento. Pelo contrário, os dirigentes soviéticos apelavam e apoiavam os seus soldados a violar mulheres alemãs. O responsável por isto foi uma das primeiras propagandas militares de Estaline. Este mandava os seus soldados "acabar com o "status" racial das mulheres alemãs", dizia: " os alemães não são pessoas. Apartir de agora a palavra alemão é a pior das maldições(...) Matem os alemães! Te ordena a tua Velha Mãe. Mata os alemães. Não percas a oportunidade. Não faças prisioneiros, Mata"(Heinz Nawratil, pag. 76)
Não foi apenas debaixo da ditadura comunista onde se fizeram massacres com indefesos alemães. No oeste, debaixo das democracias ocidentais também se cometeram grandes crimes contra a população civil e prisioneiros alemães.

[parte III]
Bombardeamentos contra a população civil alemã
No inicio de 1942 o professor Fredrick Alexander Lindeman, conselheiro de Churchill em assuntos de guerra aerea disse: "Os bombardeamentos devem-se fazer contra as casas dos trabalhadores. A classe média, com as suas vivendas separadas é um desperdicio de bombas. Se os bombardeamentos se fizerem contra a população civil - as fábricas e postos militares são mais dificeis de localizar e destruir - seria possivel destruir metade das vivendas de todas as cidades com mais de 50.000 habitantes." O professor Lindeman, mais tarde laureado com o titulo de Lord, foi um dos estrategas dos bombardeamentos, um assassino de massas apartir da sua mesa de trabalho.(Kern, pag. 136)
Como exemplo do génio diabolico de Lindman pode-se falar do bombardeamento sobre Hamburgo em Julho de 1943. Erich Kern escreveu: "O projecto planeou-se diabolicamente e executou-se diabolicamente. Deram-se ordens que por cada mina aerea se lançassem 20 bombas explosivas e 120 bombas incendiárias. A ordem de lançamento estava programada. Primeiro as minas que destruiram os tectos para que as bombas incendiárias funcionassem mais facilmente, depois as pesadas bombas explosivas, para destruir o sistema hidraulico e instalações e depois lançavam-se então as bombas incendiárias(...)Rapidamente ardia a cidade como uma tocha. As pessoas não podiam sair para o ar livre. Outros não podiam sair dos sotãos e as casas acabaram por lhes cair em cima. A mesma estratégia foi utilizada em Dresden, mas em maior quantidade." (Kern, pag. 138)

Em Hamburgo foram massacrados desta maneira durante uns dias de Julho de 1943 entre 40.000 e 55.000 pessoas. Como comparação na Grã-Bretanha, durante toda a guerra com bombardeamentos e V-1 e V-2 morreram 51.509 pessoas.

[parte IV]
O bombardeamento de Dresden
O tenente-coronel da Bundeswehr, Eberhard Matthes era em Fevereiro de 1945 chefe da defesa de Dresden. Disse que umas semanas antes tinham identificado totalmente 35.000 cadaveres, identificado parcialmente 50.000 e 168.000 cadaveres não puderam ser identificados, no total de 253.000 mortos.
Este numero coincide bastante com uma investigação de 23 de Março de 1945 na qual se diziam que haviam contabilizado 202.040 mortos, a maioria mulheres e crianças, e esperava-se que o numero subisse para 250.000 mortos. Um numero oficial de Dresden de 31 de Julho de 1992 assinada por Karin Mitzacherklich, do municipio, afirma que os numeros de mortos foram entre 250.000 e 300.000.
Sobre Dresden lançaram-se quase 650.000 toneladas de bombas incendiárias. Os testemunhos dos sobreviventes são apocalipticos.
Quantos alemães foram massacrados pelos bombardeamentos é impossivel saber, já que os registos civis também foram destruídos. David Irwing supõe que os numeros rondam o milhão(David Irwing, Und Deutschalands Städte starben nicht, Wetbild Verlag, Augsburg, 1989, pag. 373). Outros falam em 2 milhões (Schweizer tat, citado por Kern, pag. 134) o que parece um pouco exagerado...

[parte V]
Os vencedores deixam os vencidos morrer de fome
No ano de 1989 apareceu o livro do investigador canadiano James Bacque intitulado Other Losses. No ano de 1994 apareceu uma tradução em alemão: Der geplante Tod (Ullstein Berlin). Trata de um tema de que ninguém se atreve a falar: dos cerca de 8 milhões de soldados alemães prisioneiros dos aliados, 1,7 milhões nunca voltaram a casa, ou seja cerca de 20%. Ninguém discute os numeros, apenas se acusam mutuamente. Os aliados ocidentais dizem que estes 1,7 milhões de soldados alemães morreram em campos de concentração soviéticos.
Isto é dificil de controlar. Os ocidentais fizeram muito mal os seus arquivos no entanto os soviéticos do NKVD/MGB/KGB fizeram-nos muito bem. James Bacque depois de estudar os arquivos constata que a URSS fez 4.100.000 prisioneiros dos quais morreram uns 600.000 em campos de trabalhos forçados. Do total de prisioneiros 2,4 milhões eram alemães, de estes morreram uns 450.600, os sobreviventes foram autorizados a voltar à Alemanha. Se retirarmos os 450.600 dos 1,7 milhões que faltam há cerca de 1,25 milhões por aparecer. Destes morreram provavelmente entre 100.000 e 200.000 em campos na Jugoslávia, Polonia e outros países de leste. Falta que os aliados expliquem preto no branco o que se passou com cerca de 1.000.000 de prisioneiros alemães.
Um numero de comparação: durante a guerra, nos campos de prisioneiros alemães sobreviveram 98,5% dos prisioneiros dos aliados ocidentais.
James Bacque fez os seus estudos e entrevistas com sobreviventes dos campos aliados que existiram de 1945 a 1950. Bacque conta que 1.700.000 de homens, jovens alemães morreram de fome, doenças e desumanas formas de trabalhos forçados. Muitos passaram ao ar livre em locais superlotados o Inverno de 1945-46, um dos mais frios da Europa em 100 anos.

Um comentário:

Anônimo disse...

Pois, infelizmente nao é o q os media dizem, mas tambem quem confia nos media?! Vou ser directa : o comunismo matou mais do q o nazismo... Enfim, quem revela a verdade é logo punido, infelizmente, à vozes q têm q s calar...