Os nomes referidos foram alterados para proteger a integridade dos seus trabalhos e o bem-estar das suas famílias, com excepção dos Hammerskins que já saíram. O actual estilo de vida de alguns destes pode ser bem diferente, mas isso não muda o seu papel no passado dos Hammerskins. Assim, o elenco de "personagens" é bastante colorido: alguns são traidores, outro é empregado da IBM (ainda poder branco), outro é membro de uma banda hardcore da costa-este, outros ainda se dedicam aos skinheads mas ficaram decepcionados algures no passado, e sim, outros ainda continuam activos na HammerSkin Nation. Muitos ajudaram-nos imenso e estamos agradecidos, muitos dificultaram a nossa progressão e estamos contentes por se terem ido embora. O maior lamento (para alguns) é a perda dos elementos verdadeiramente dedicados que saíram por causa das acções e estupidez de outros. Portanto, isto é a História dos Hammerskins, a forma como são lembrados ( e não a forma como se pretendia, necessariamente).
A presença skinhead em Dallas foi documentada pela primeira vez em 1979. Como outras cidades, nos EUA, foi um desdobramento da cena punk. Os números eram muito pequenos no inicio dos anos 80, mas por volta de 1984 deu-se o inicio da "plantação das sementes" para uma grande explosão skinhead. Entre 1984 e 1987 a cena skinhead, em Dallas, atingiu o seu pico, mas faltava uma direcção politica. Com algumas excepções, os skinheads na zona sempre estiveram orientados para o White Power. Felizmente, nunca houve ska, scooter, ou mod nos anos 80 mas havia uma pequena "população" de skins anti-racistas e punks conhecidos como DSB (dumb skater boys). Portanto, não havia muita oposição. Muitos tinham crescido como skins e ocuparam-se a tentar criar algo mais dinâmico, centrado, de grupo. Em 1987,quando a cena skin começava a decair, alguns skinheads ficaram juntos e decidiram tentar fazer a diferença. Tinham o grupo, só precisavam de um nome. Muitas ideias foram atiradas para cima da mesa, muitos não eram cativantes, por fim Confederate Hammer Skins foi o nome escolhido. Eles eram do Sul, por isso utilizavam a Rebel Flag com os Martelos a marchar na frente, como símbolo de força, orgulho e solidariedade. Aparentemente foi uma decisão acertada. Mal sabiam eles que estaria a despontar aquilo que é hoje a Hammerskin, espalhada por todo o Mundo. Com isso, o primeiro capitulo da Hammerskin tinha nascido. John e Jennifer Johnson, Paul Langly foram fundadores, e Ron Strumming e Jamey Reece como membros mais antigos. Emergindo oficialmente em Janeiro de 1988, CHS (como eram conhecidos) destinada a servir de padrão entre os skinheads dos EUA. O consumo de drogas entre os skinheads, nesses dias, atingia números galopantes e muitos grupos skinheads eram estranhos e confusos. Os Hammerskins queriam mostrar às pessoas do meio que havia uma maneira melhor, uma maneira que iria promover as 14 palavras.
No inicio de 1988 os Hammerskins estavam a receber uma grande exposição isso fez com que o seu nome se torna-se bastante conhecido. Os Hammers iriam ter marchas em Pulaski, Tennessee, no famigerado Sedition Trials no Ft. Smith, Arkansas, e viagens para outras cidades no Sul que levou a contactos com muitos outros skinheads. Os Hammers tinham feito fortes laços no passado noutros grupos, no Norte, como por exemplo com o C.A.S.H., Chicago Area Skin Heads, D.A.S.H. , Detroit Area Skin Heads e os WAR skins (entre outros) e eles não serão esquecidos devido ao papel que desempenharam na expansão dos Hammerskins. Alguns desses contactos aguentaram-se ao longo do tempo, outros revelaram-se desastrosos. Portanto, os Hammers procuravam os velhos amigos e espalhavam a boa nova: Hammer Skins, "Vamos juntar as nossas forças e criar impacto!" O comboio ia a alta velocidade e as pessoas iam aparecendo de todos os lados. Sinceramente, as coisas foram acontecendo muito depressa. A CHS, em Dallas, estava a fazer noticia nas principais manchetes de jornais nacionais e tinha muitos outros grupos expressando o seu interesse em juntar-se. Estes foram impressionantes ganhos nas primeiras fases.
No verão de 1988, skinheads em Oklahoma City e Tulsa, Oklahoma; Waco, Texas; e Memphis, Tennessee, tornaram-se parte do fenómeno CHS. Não foi logo simultaneamente, mas não muito tempo depois os Hammerskins começaram o seu grande crescimento. Após isto, Paul Langly vai para o Norte, para Detroit. O seu trabalho parecia oferecer uma boa oportunidade para fortalecer os laços com algumas cidades do Norte. Grupos fortes como os C.A.S.H., D.A.S.H., S.H.A.M. e W.A.S.H. já existiam e os nomes podem ser memoráveis para algumas pessoas do meio. Os CHS floresceram e NHS foi a proxima região a ser fundada, com Detroit a ser a primeira cidade a representar os Hammerskins na NHS. Na mesma altura da primeira Aryan Fest, em Oklahoma, os skinheads do Norte estavam a ter a sua própria festa. Foi a Skinfest em Milwaukee, Wisconson, e skinheads de todos os grupos a Norte estiveram representados. The Skinhead Army of Milwaukee foi o proximo grupo a juntar-se à NHS. Scott e Randy Chandley foram responsáveis pelo crescimento do grupo e contribuiram muito para o crescimento da NHS. Naqueles dias, toda a gente estava em movimento. Dean Messler, um dos mais antigos amigos dos Hammerskins, tinha-se mudado recentemente para Chicago e não demorou muito para que Chicago se junta-se aos Hammerskins, à crescente lista de capitulos da NHS. Ohio seria a proxima com Karl Faylow a trabalhar para promover os Hammerskins. Sim, o verão de 1988 foi uma grande altura no desenvolvimento dos Hammerskins. 1988 foi também um dos anos mais violentos da História Americana (88, foi o verão do odio!). Olhando para trás, parecia que as Aryan Fests, promovidas por Greg Joseph, eram sempre um importante ponto para reunir com skinheads ansiosos para ajudar e participar.
Depois da Aryan Fest de 88, o capitulo de Springfield, Missouri, foi fundado. Naquela altura, Missouri era CHS mas agora estava numa nova região das Midland, MHS. Mais ou menos na mesma altura, Willy Patrice foi para Portland, Oregon. Embora exista hoje um capitulo em Portland, o capitulo original (que começou com o Willy) está agora defunto. Passavam-se muitas coisas em casa, em Dallas, e se ter uma organização a nivel Nacional parecia algo inacreditavel, mas tinha acontecido, ter uma organização a nivel mundial tornou-se rapidamente um objectivo. A presença dos Hammerskins foi-se tornando forimidavel. Outro contacto foi feito em Agosto de 88. Desta vez os Hammerskins seriam levados à costa Este, à cidade de Portland, Maine. Nessa altura esse capitulo não era conhecido como EHS.
De volta a Dallas, o membro fundador John Johnson, foi detido devido a uma acusação de Aggravated Assault. Isto seria uma preparação para os tempos duros que ai viriam. Nos ultimos meses de 1988 apareceria um novo capitulo da Hammerskin em Hollister, Northern California. Eles utilizaram o nome CHS porque na altura ainda não havia WHS. Este capitulo surgiu apartir de contactos feitos com os skins da WAR quando Paul Langly se encontrou com eles no programa da Oprah Winfrey, em Chicago, em 1987. No final de 1988 os Hammerskins já existiam em ambas as costas (Este e Oeste) bem como com uma presença constante a Norte e a Sul.
O proximo grande evento, no inicio de 1989, foi a Aryan Woodstock a acontecer em Napa, California. Posteriormente apelidado “Aryan Wood-Flop”, foi um completo desastre devido à chuva e à pressão da ZOG local. Os capitulos CHS e NHS foram capazes de fazer contactos com o sul da California. Em Dallas as coisas não corriam tão bem. Um Grande Juri Federal foi convocado para investigar as acções dos skinheads em Dallas desde o seu aparecimento. A liderar o grupo de investigadores estava a Procurador Barry Kowalski, que perseguiu e acusou Bruce Pierce of the Order. Com isso, o caso ganhou atenção a nivel Nacional. Foi realizada um conferência de imprensa com o U.S Attorney General Dick Thornburgh e o Presidente George Bush (Pai). Esta investigação, por todos os meios, iria acabar com um "julgamento espectaculo". John Johnson, já cumprindo pena, seria o alvo principal da investigação. Entretanto, em Milwaukee, Paul Langly e Scott Chandley tinham sido condenados por causa de um tiroteio com um grupo de ladrões chamado Latin Kings que andavam a rondar as suas casas; apenas pelo simples facto de serem skinheads. Com pouco mais de um ano de existência os Hammerskins já estavam a sentir a ira da maquina ZOG. Quanto a aspectos positivos, a Aryan Fest de 1989 estava-se a aproximar e seria um dos melhores eventos de sempre na história dos skinheads americanos, e mais uma grande oportunidade de fortalecer os laços entre todos os skinheads da Nação.
Os Hammerskins estavam a começar a ter muito boas bandas nas suas fileiras: Midtown Boot Boys, Haken Kreuz, One Way, and the Bully Boys. Algures durante a Aryan Fest de 89 o pessoal do Bound For Glory juntou-se aos Hammerskins e St.Paul, Minnesota, tornou-se parte da grande dinâmica Hammerskin que corria todo o País. No Sul, um skinheads de Memphis, Tennessee, de seu nome Henry Henderson, estava a fazer o seu melhor para promover o nome dos Hammerskins. Ele trouxe skinheads de todo o Tennessee para dentro do "campo", bem como, grupos de Birmingham, Alabama, e Atlanta, Georgia. "Eu não posso ajudar mas sinto que somos os seus piores inimigos de todos os tempos" disse Jennifer Johnson mais tarde, porque em finais de 89 os Hammerskins já tinham sofrido diversos ataques. Rumores, boatos e falar nas costas já era norma, nenhum Hammer estava imune a qualquer delas. E a exposição que tinha facilitado o seu crescimento estava agora a virar-se contra os Hammerskins. "Eu acredito que muito do nosso crescimento , foi feito graças a imensa publicidade que tivemos no inicio" iriam comentar Jennifer. A amizade com Tom Metzger, na epoca, levou a uma grande exposição no jornal da WAR e nos videos da Aryan Fest, estes dois falam por si e demonstram os grandes niveis de exposição que tinham os Hammerskins. Revistas como a Blood and Honor, Pure Impact, Final War, e numerosas outras, estavam a promover a existência dos Hammerskins. A maquina media comandada pelos ZOG também andava atrás dos Hammerskins. Pedidos de entrevistas em programas de televisão, como 60 Minutes, 20/20, entre outros, sucediam-se. A exposição tinha-se tornado uma espada de dois gumes, ajudando a crescer a Hammerskin mas por outro lado tornado-os um alvo dos serviços de aplicação da lei. Nessa altura, as pessoas ou nos adoravam ou nos odiavam. Eles tinham toda a atenção desnecessária e os Hammers tiveram que aprender a lição pelo mais arduo caminho.
No Outono de 1989, a ZOG continuou a sua campanha contra os Hammers em Dallas. Foram feitas as acusações, que culminaram com a condenação de 5 membros da CHS em Dallas por "conspiração para violar os direitos civis de pretos e judeus" e com uma carga armada. *Daniel Woods, um dos 5 condenados, recebeu a sentença mais dura. Foi justiça poética, como ele também era informador do FBI, aliás ele deu-lhes muita informação. As sentenças variaram entre 4 anos e meio até 9 anos e meio. Estes homens: Fritz Reer, Daniel Corley, Matt Florence e John Johnson estão todos livres agora e são ávidos racialistas. Depois dos "Julgamentos Espectaculo de Dallas", o FBI ainda queria mais sangue e avançou para mais acusações similares em Tulsa, Oklahoma. *Chris e *Rip, dos Midtown Boot Boys, foram apanhados nesta caça às bruxas, bem como, Furley Hyme e outra vez Matt Florence (que já tinha sido condenado em Dallas). Desde então várias pessoas foram presas enquanto os Hammers tinham que se ficar mesmo vendo os seus amigos e irmãos assassinados e os assassinos a sairem em liberdade! Andy Anderson, Matthew Matrix, Johnny Freed, e os citados acima são/foram figuras de proa da HSN e são apenas alguns nomes das centenas dos que estiveram ou estão a cumprir penas de prisão. A lista de martires da Hammerskin cresce a um ritmo rapido e chocante: Norm Hilliard, Brian Koesel, Eric Banks e Joe Rowan são apenas alguns nomes da crescente lista. A lista de vitimas não terminou ai, os Hammers sofreram a perda de irmãos e irmãs de todas as formas, desde cancro até suicidio. Isto é o que temos que enfrentar diariamente, esta é a realidade das nossas vidas e as circunstâncias infelizes para aqueles de nós que amam a sua Raça e a querem presevar.
Os Hammerskins foram aprendendo com o que se passava com eles ao longo do tempo, para isso não há livro de instruções a seguir. Algures em finais de 89, ou inicios de 1990, um skinhead de nome Anthony Rito, de Memphis, Tennessee, voltou para sua casa em Tom`s River, New Jersey. Lá ele formou um capitulo da Eastern Hammer Skin. Por volta da mesma altura um par de skinheads, de nomes Clancy Michles e Jave Barmontzon (da revista Fire and Ice), formaram um capitulo na sua cidade Freehold, New Jersey. Nessa altura, o capitulo de Portland, Maine, já tinha sido dissolvido, assim, estes foram os dois primeiros capitulos a ficar debaixo do titulo da EHS. No Oeste, durante essa mesma altura, um grupo de skinheads em Phoenix, Arizona, estabelecem-se como AHS, Arizona Hammer Skins. Não demorou muito tempo para que a Southern California fica-se também debaixo do simbolo da HS. Com a junção de dois capitulos surgiu a WHS, Western Hammer Skins. A encabeçar os dois capitulos estavam Jason Crowning e Peter Altmann, ambos tinham sido vitimas de um grande ataque feito por pretos e ladrões Mexicanos em Outubro de 89. Eles, assim como outro skinhead, foram baleados pelas costas resultando em ferimentos graves. A espinal medula do Peter ficou gravemente lesionada e até hoje permanece paralisado, andando numa cadeira de rodas.
No inicio de 1990 começou o Rocky Mountain Hammerskins e outra Aryan Fest em Oklahoma estava a caminho. Joe Rowan envolveu-se com a EHS em meados dos anos 90, trazendo para Newtown, Pennsylvania, um novo capitulo, juntamente com Tim Brie de Baltimore, Maryland. A EHS foi-se tornando uma unidade coesa e a WHS estava a ganhar forma. Pouco tempo depois da Aryan Fest de 90, Lyle Utley, que encabeçava a NHS na altura, voltou para o Texas. Foi nesta altura que Ed, dos BFG fame, passou a encabeçar a NHS. A tragedia continuou com o assassinato de um Hammer de Milwaukee, Brian Koesel. Muito se tinha passado desde o inicio até agora, o trabalho no terreno tinha sido feito nos primeiros dois anos e meio, e os Hammerskins eram agora uma Organização Nacional em pleno funcionamento. As pessoas foram vindo e foram passando mas as principais cidades sempre estiveram "cobertas".
Um dos pontos mais memoraveis da história da HSN foi o inicio da Hammerskins na Europa, sob o olhar atento de Ed da NHS. Embora a data exacta dessa nova rota intercontinental para os Hammerskins seja um pouco nebulosa, através de correspondência antiga, acredita-se que tera sido em inicios de 1991. Os primeiros dois capitulos foram na Suiça e na Irlanda do Norte. Pouco depois veio a Alemanha, França seguidos da Republica Checa, embora hoje em dia não seja um capitulo. Mas não iria ser o fim. Cedo, iriam-se juntar a Inglaterra, Italia, Espanha e os Países Baixos, embora hoje, infelizmente já não seja um capitulo. Até 1993 a Hammerskin Nation iria ter também nas suas fileiras a Australia. Com esta trazendo *Scott, dos Fortress fame, juntamente para a "corrida". O Canada também não iria ficar isento, começando com Montreal, os skinheads Canadianos foram bem-vindos na NHS. Várias cidades Canadianas iriam representar também os Hammerskins com Winnipeg, Ottawa e Surrey, British Columbia. Isto foi o inicio daquilo que é hoje a VHS, Vinland Hammer Skins. Embora, hoje, a VHS está estagnada em termos de numeros e cidades.
De volta aos bons velhos EU da America, a taxa de crescimento dos Hammerskins estava a descer substâncialmente, embora muito bons espectaculos estivessem a ser promovidos pelos Hammerskins e a participação de Hammers em comícios era impressionante. 1993 ia trazer outra tragedia. Em Portland, Oregon, Eric Banks, o antigo vocalista da BFG, foi baleado e morto por escumalha SHARP. Uma nuvem negra pairava agora sobre o novo ano. A Hammerskin tornou-se mais retrospectiva e as metas foram alteradas. Os numeros já não eram tão importantes, nunca deveriam ter sido, e reforçar os Hammerskins tinha-se tornado uma nova prioridade. Novos capitulos não se iam formando à mesma velocidade como até aqui. O proximo grupo a entrar para esta crescente familia foi um grupo de Jacksonville, Florida, que foi bem acolhido, em 1993. Eles estavam com os Hammerskins desde 1991 de uma maneira "não-oficial". Antes disso, apenas um par de skinheads de Tallahassee tinha sido aceite, não havia capitulos Hammerskin na Florida. *Dave Lynch, da American Front, tinha tentado um capitulo na Florida, mas esse grupo NUNCA foi legítimo. Mas este não seria o ultimo desse genero, capitulos renegados operam do Mid-west abrangendo o mundo para a Russia e Servia. Os grupos renegados continuam a ser um espinho para nós. Alguns simplesmente não conseguem aceitar um "não" ou uma dispensa dos Hammerskins. Os Hammerskins são muitas vezes imitados, mas nunca replicados. Cuidado com os impostores!
O proximo evento de grande importância foi a formação da "Hammerskin Nation" no verão de 1994. O conceito era acabar com os titulos regionais: CHS, NHS, EHS e WHS juntamente com a variedade de patches, e unir todos os titulos sob uma bandeira Hammerskin comum. Estava na altura de acabar com as divisões existentes. Estava na altura dos Hammerskins representarem um nome juntos, estava na altura de se tornarem um: uma Nação, a Hammer Skin Nation!
No final de 94, os Hammerskins foram marcados por mais uma perda e pela tragedia, Joe Rowan. Depois de um concerto de apelo à memoria, em Racine, Wisconsin, um preto selvagem matou o Joe numa loja de conveniência. Joe foi vocalista da Nordic Thunder e membro da EHS. A tragedia da morte do Joe não se limita à brutalidade do crime, já para não falar no criminoso selvagem que cometeu o crime, mas que aconteceu numa reunião memorial em honra de uma lenda que causou impacto em todos os White Power, e na perseverança da nossa raça, Ian Stuart. Tantas pessoas reunidas para relembrar um Heroi caído, e de seguida, na mesma noite de luto pela morte de um irmão e amigo. A HSN ficará sempre perturbada com a perda de um irmão e nunca deve esquecer o seu derradeiro sacrificio, ou ter como garantido os nossos irmãos de hoje, porque eles podem não estar lá amanhã.
Dos meados até ao fim dos anos 90 foi tempo para reparar as perdas dos Hammerskins. A Hammerskin Nation tornou-se muito mais avançada tecnologicamente e auto-suficiente. A HSN promoveu muito bons espectaculos, nos estados, e colocou cá para fora um grande número de publicações, assim como operava em web sites e criava editoras de musica. Muitos também criaram os seus proprios negocios não relacionados com o movimento desde empresas de ar condicionado até tattoo shops. Alguns Hammer Skins na Europa têm desde negocios de vestuário skinhead até posições de topo em empresas. A Hammer Skin Nation aposta agora numa politica se qualidade em vez de quantidade, que é praticada e não apenas pregada. Aqueles anos não passaram sem que houvesse ofensas ou danos. A perda de Erich Schmidt e o encarceramento de Charles Randson devido a uma falsa tentativa de homicidio, são o exemplo de alguns desses danos e perdas. A acusação mais tarde havia de cair e Charles Randson seria solto após 6 meses.
1998 trouxe um novo capitulo em Wichita, Kansas, e novamente navegando ao longo dos mares, com a Nova Zelândia. No entanto 98 seria um ano novamente marcado pela tragedia. Com a perda de Paul (Harvey) Harbinson, do capitulo Norte Irlandês do Ulster, devido a ferimentos sofridos numa luta. Foi um ano para "retirar as gorduras" do bife que era a HSN. Acabando com os casos que minavam a integridade da HSN e focando-se nos "ideais originais" dos Hammerskins. Com a dispensa de alguns vieram os inevitaveis abandonos. A HSN sofreu grandes perdas como por exemplo alguns dos seus capitulos na Florida. Bem como a renegação do capitulo dos “Outlaw Hammerskins“ no mid-west. É lamentável que estas coisas aconteçam, mas “we are as strong as our weakest link“, e os Hammerskins devem proteger o bem-estar da sua Nação, a todo o custo. As organizações radicais certas vezes atraem mentes instáveis e hoje em dia com o sistema opressivo Sionista pairando ameaçadoramente sobre eles, com o seu olhar sempre atento, a HSN tem que ser muito cuidadosa. Em retrospectiva, muitas das pessoas que caíram de paraquedas, nunca souberam muito bem daquilo que faziam parte.
1999 trouxe os peparativos para a Conferência/Encontro Nacional dos E.U.A. seguida de um concerto, e que grande sucesso entre o publico iria fazer. Mais tarde ia passar a ser chamada Hammerfest. Isto foi uma grande movimentação para alguns e deixou outros com um novo sentido de irmandade. Foi positivo porque serviu para colocar em marcha um movimento cheio de força e motivação que parecia imparável. As regiões foram restabelecidas depois de algum tempo num hiato e provou ser em boa altura. Os limites regionais foram redesenhados para abrir caminho para uma nova região, a MHS, Midland Hammer Skins. Este foi o ano de revisão e de dar um passo para uma nova linha de actuação dos Bully Boys, a melhor e mais representativa banda da Hammer Skin Nation. Juntamente com os Bully Boys a representar a HSN na Hammerfest daquele ano, estavam: Max Resist, Dying Breed, e Midtown Boot Boys, apenas para nomear alguns. Mas mais uma vez, esse ano não passaria sem que houvesse novas perdas. Guy Asper, da NHS, e Jon Walker, da MHS, sucumbiram ao cancro. Ambos deixaram para trás mulheres e filhos.
2000, o novo milenio para a Hammer Skin Nation não trouxe problemas de maior. Com o sucesso da Hammerfest de 1999, ocorriam os preparativos para uma maior e melhor festa. E que na verdade foi! Com a presença de Brutal Attack, BullyBoys, Bound for Glory, Celtic Warrior, e muitos mais, foi o concerto mais concorrido da História da America. 2001 e 2002 também passaram calmamente, para além da continuação do sucesso das marchas e comicios por toda a America. Começaram protestos junto à Casa Branca, em Washington DC, pelo seu apoio a Israel. Uma marcha patrocinada pela EHS também participou nos protestos. Houve um pequeno ataque de escumalha anti-racista ao autocarro que transportava a banda Max Resist. Com a surpreendente detenção dos SHARP tivemos oportunidade de ver aplicada a "lei dos crimes de ódio" nesses individuos. Mas em vão, pois eles escaparam sem qualquer condenação. Na primeira parte de 2002, num outro comicio na Pennsylvania, uma horde de escumalha SHARP atacou um membro, *Rick da EHS, que abandonava o comicio no seu camião. Apesar de terem provocado esta altercação, eles conseguiram escapar de alguns crimes, porque o Rick para conseguir escapar daquela escumalha imunda e enraivecida, acabou por cortar alguns anti-racistas. Acabando, por passar ele dois anos na prisão. Para além da prisão do Rick outra perda veio, Griff, da England BHS, faleceu. Numa perspectiva mais positiva, em 2002 houve a primeira Hammerfest na Europa com mais de 1500 pessoas presentes, apesar das chuvadas fortes.
Nos ultimos anos a HSN tem-se focado em trabalhar para um melhor futuro dos Hammerskins, e para os futuros Hammerskins, para o futuro da Hammer Skin Nation. A HSN continua a ganhar novas caras, e a perder algumas das antigas, mas a continuidade da Hammer Skin Nation está garantida. O proposito da HSN é dar condições ímpares, em termos mentais e fisicos, para que haja um elo comum, objectivos comuns entre os homens brancos para puderem trabalhar juntos na preservação da raça, numa atmosfera positiva de irmandade. Vamos continuar a servir de bom padrão de vida entre os skinheads por mais 20 anos, com a organização mundial mais antiga e liderante da elite skinhead: a Hammer Skin Nation!
Via: Hammerskin Nation
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