
Um tribunal de Viena condenou na segunda-feira um antigo membro de extrema-direita da concelhia daquela localidade a quatro anos de prisão por negação do Holocausto, sendo-lhe acrescentada ainda uma outra sentença de dois anos e meio que se encontrava suspensa.
Foi a terceira vez que Wolfgang Frohlich, de 56 anos, foi considerado culpado por acusações semelhantes, depois de ter mandado cartas para membros do Parlamento Austríaco e para o Papa Benedito XVI, denunciando o Holocausto como uma "mentira Satânica”, referiu a agência de notícias APA
Outro caso:
Advogada condenada por negar Holocausto
A advogada do neonazi alemão Ernst Zuendel foi, esta segunda-feira, condenada a três anos e meio de prisão. A detida negou a existência do Holocausto, o genocídio de milhões de judeus pelo regime hitleriano, durante a II Guerra Mundial (1939-1945).
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